13/11/2017 16:05

Antes de protesto hostil, Palmeiras vetou reunião com a Mancha no CT

Mancha manteve a ideia do protesto e atacou pamonhas e pipocas no ônibus palmeirense

Dois dias antes de comparecerem à Academia de Futebol, centro de treinamentos do Palmeiras, e promoverem um protesto hostil contra jogadores, diretoria e funcionários do clube, membros da Mancha Alviverde arquitetaram uma reunião para a manhã de sábado com jogadores, após o último treinamento antes do duelo com o Flamengo. No entanto, ao contrário do ocorrido no início do ano, o presidente Mauricio Galiotte vetou o encontro.


De acordo com apuração do UOL Esporte com pessoas ligadas à cúpula alviverde, membros da principal organizada palmeirense ligaram na noite de sexta-feira para o clube com o objetivo de conversarem com atletas no CT depois da atividade de sábado - segundo gente ligada ao clube, o diálogo seria uma "moeda de troca" pela manifestação de domingo. O pedido acabou negado por Mauricio Galiotte, e os torcedores confirmaram (e realizaram) o protesto antes do jogo.

Foi o segundo veto de Mauricio Galiotte aos torcedores organizados, depois de ensaiar uma aproximação no início da temporada – em abril, antes do jogo decisivo contra a Ponte Preta, pelo Campeonato Paulista, alguns membros da Mancha Alviverde entraram no CT para conversar com lideranças do elenco como Felipe Melo e Fernando Prass.

Já no último mês de julho, incomodados com a instabilidade da equipe, torcedores compareceram novamente à Academia de Futebol para questionarem o trabalho de Alexandre Mattos. Segundo pessoas do clube, Mauricio vetou qualquer tipo de diálogo naquela ocasião. Os organizados, por outro lado, emitiram uma carta de protesto e realizaram uma "coletiva de imprensa" para cobrar o elenco.

Agora em novembro, os torcedores agendaram a manifestação de domingo para questionar o trabalho do Palmeiras no ano. Mauricio Galiotte foi um dos principais alvos da manifestação, assim como Alexandre Mattos e jogadores como Michel Bastos, Deyverson, Bruno Henrique e, principalmente, Egidio, de quem os palmeirenses exigem a saída.

O momento de maior tensão do protesto do fim de semana ocorreu na saída do ônibus palmeirense para o Allianz Parque. Os presentes no protesto atacaram pamonhas, pipocas e bananas no veículo e trincaram um vidro – estilhaços atingiram o atacante Keno.

Torcedores também deram socos e pontapés na van que transportava funcionários do clube. Um vidro se rompeu ao lado da nutricionista do clube, Alessandra Favano, que não saiu ilesa.

780 visitas - Fonte: UOL

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O palmeiras deve blindar os jogadores e manter longe das organizadas, só causam tumultuo e desestabiliza o time. Quando o time e bem escalado e bem distribuído em campo o resultado vem demoraram a perceber isso.

Jorge Vicentini     

protesto e coisa do PT. idiotas .

Wagner Schenth     

sou a favor, chega de motivo de outros clubes

Julio Diniz     

se noa ceita protesto que joguem bola pipoqueiros

Paulo Bispo     

se querem protestar mesmo é so nao irem pro estadio por uns cinco jogo.quando começar doer no bolso eles mudam a atitude

seim violência ne gente para torcer para o clube não fazer esse tipo de átomos isso é muito errado e muito feio

Betânia Silva     

este protesto e uma vegonha eu sou palmeirense torço por meu Palmeiras e respeito muito os jogadores ele do precisam de apoio a marcha verde tem que se coloca no seu lugar se sabe torce fiquei em casa ....

ta certisssismo, esse são bandos de fdputa não tem uq fazer esses bostas..

Esses vagabundo

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