29/11/2017 13:32

Roger não garante Borja, Felipe Melo e nem ninguém como titular do Palmeiras: 'Se fizer isso, perco os outros 28'

O Palmeiras apresentou nesta quarta-feira o técnico Roger Machado, que assumirá o comando do time a partir de 2018.



Em sua primeira entrevista, ele se apresentou, prometeu briga por títulos e disse que o elenco para o ano que vem já está quase pronto.

"O Palmeiras sempre vai brigar por títulos, e a construção de uma equipes vitoriosa passa por ter jogadores de qualidade. Hoje, a gente tem 90% do elenco formado, e as prospecções que estamos fazendo para o próximo ano certamente serão do nível dos que estão aqui, para que a gente possa cumprir a maratona de competições importantes do ano que vem", afirmou.

"O objetivo é conquistar títulos à altura do clube. A gente começa o planejamento cedo, definindo a pré-temporada, o grupo de trabalho, o elenco, os jogadores que voltam de empréstimo serão avaliados para ver se permanecem, para que em janeiro a gente possa iniciar essa preparação e já no primeiro jogo a gente consiga mostrar o porquê da contratação desses jogadores e da escolha do meu nome como treinador do Palmeiras em 2018", acrescentou.

Questionado se iria manter o trabalho de Alberto Valentim, com Borja e Felipe Melo titulares da equipe, ou se imaginava um time mais parecido com o de Cuca, com a dupla no banco, ele preferiu não dar certezas de nada.

"Se afirmar que eles serão titulares, eu perco os outros 28 (jogadores) do meu elenco. Preciso ter um time competitivo e para levar os 11 melhores para dentro de campo eu tenho que dizer aos 30 que eles estão todos aptos a jogar, e quem estiver em melhor forma e melhor momento vai estar dentro de campo", salientou.

"Os problemas do passado ficam no passado. É um começo novo, diferente, e não dá para relacionar as coisas de 2017 com o ano que vem. 2018 vai começar do zero, com novo comandante, e tenho certeza que estaremos todos engajados em fazer o Palmeiras vencer", bradou.

Quanto ao seu estilo, o novo comandante prometeu unir resultado ao "jogo bonito", como em seus primeiros tempos de Grêmio.

"Como treinador, você sempre busca o resultado. Mas, para mim, tão importante quanto o resultado é como você alcança isso, fazendo com que o time não perca a beleza do jogo. Tem que se preocupar com a estética do jogo, porque o torcedor merece um time competitivo, mas que saiba jogar futebol", ressaltou.

"A crítica sobre o jogo que tento fazer é que quero criar um futebol moderno. Discordo dela, porque o que eu desejo é voltar ao passado. Se você pegar a Academia do Palmeiras, do Ademir da Guia, dos grandes craques do passado, verá que tínhamos um tipo de jogo bonito e competitivo", prosseguiu.

"O jogo bonito e competitivo sempre foi a origem do futebol brasileiro, da nossa arte e nosso jeito de jogar. Em alguns momentos a gente perdeu isso, e é o que eu desejo resgatar", concluiu.

31581 visitas - Fonte: ESPN

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Glaudson Bispo     

já começou errado. titular é Borja e Melo mesmo!

Carlos Jose     

avante palestra

Falou bonito! Vamos ver na prática...

Bom treinador

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