21/4/2019 16:56

Banco só uma vez e lesão muscular: Guerra completa 140 dias sem jogar

Venezuelano não entra em campo desde a última rodada do Brasileiro do ano passado, quando deu assistência para o gol da vitória, e tem reduzido espaço no Palmeiras

No último dos seus três anos de contrato com o Palmeiras, Alejandro Guerra vive seu momento de espaço mais reduzido no clube. Neste domingo, o venezuelano completa exatos 140 dias sem jogar - não atua desde o triunfo por 3 a 2 sobre o Vitória, em 2 de dezembro, na última rodada do Campeonato Brasileiro. E foi raríssimo até receber a chance de ficar no banco de reservas.



Como tem sido comum nesta passagem pelo clube, o camisa 18 começou 2019 atrás dos colegas por questões físicas. Guerra teve nos outros dois anos alguns de seus melhores números em relação a frequência à disposição da comissão técnica. Mesmo assim, acabou atrapalhado por lesões no meio do caminho. Por isso, iniciou a pré-temporada com trabalho para fortalecer o corpo e diminuir o número de contusões. E não foi inscrito no Campeonato Paulista.Sobrou para o jogador de 33 anos a Libertadores, na qual está entre os 30 escolhidos pelo técnico Luiz Felipe Scolari. E foi na competição continental que teve sua única aparição entre os relacionados: ficou no banco de reservas, sem ser aproveitado na vitória por 3 a 0 sobre o Junior Barranquila, na estreia do Verdão, em 6 de março. Naquela viagem à Colômbia, Felipão levou todos os inscritos que não tinham problemas físicos.

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Depois disso, contudo, não relacionou Guerra nem mesmo para ficar no banco em partidas no Allianz Parque. Nos últimos dias, o venezuelano teve uma lesão muscular. Porém, apareceu em imagens divulgadas do treino desse sábado, fechado à imprensa. O que aumenta a sua chance de jogar no Brasileiro, quando Scolari deve intensificar a alternância nas escalações.

O camisa 18 já terminou o ano passado com espaço reduzido e, com as contratações de quatro peças para posições que ele pode ocupar (o meia Zé Rafael, o meia-atacante Ricardo Goulart e os atacantes Carlos Eduardo e Felipe Pires, que jogam pelos lados), além da volta de Raphael Veiga do Athletico, as chances diminuíram. Ainda assim, a diretoria não avançou em nenhuma negociação com interessados em Guerra no começo da temporada.

Assim, ao menos, a última imagem que o venezuelano deixou foi positiva. Entrou durante o segundo tempo do jogo contra o Vitória, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, quando o Palmeiras receberia a taça no Allianz Parque, e foi o responsável pelo passe para Bruno Henrique desempatar a partida já nos minutos finais, sentenciando o 3 a 2.




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Palmeiras, Guerra, Lesão



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864 visitas - Fonte: Terra

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Robson Tadeu     

E o Palmeiras paga uma grana pra esse merda!

Roberto Tolin     

E ainda chamavam o Valdivia de chinelinho. A diferença é que o Valdivia jogava muito e esse não joga nada...

Avner Sales     

Se Lucas Lima, Felipe pires, Carlos Eduardo tiveram chances pq não deixar ele jogar? Menos do que o L Lima com certeza não vai render

Lixo de jogador mais uma cagada do Matos

Rudy Silva     

Chegou com muitas expectativas, porém só foi decepção. Ninguem vai se lembrar que um dia vestiu a camisa do Palmeiras.

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