15/6/2019 15:49

César Sampaio relembra vitória contra o Corinthians em 1999 e revela bastidores da classificação nos pênaltis

Capitão do Palmeiras na conquista da Libertadores há 20 anos, o volante ressaltou a importância do goleiro na disputa de pênaltis contra o maior rival nas quartas de final

No próximo domingo (16), o Palmeiras comemorará 20 anos do único título da Copa Libertadores da América. Em entrevista ao Gazeta Esportiva, o ex-jogador César Sampaio relembrou a decisão contra o Corinthians nas quartas de final e a rivalidade com time alvinegro.



“Apesar de ser uma competição continental, a rivalidade é regional. Depois de ser campeão, o mais importante para um palmeirense é ganhar do Corinthians e vice-versa. Então, tinham muitas coisas envolvidas dentro desse jogo. Ganhamos o primeiro por 2 a 0, mas o resultado não foi justo e o Marcos fez defesas importantes. Saímos com uma vantagem teoricamente quase impossível de reverter, mas a segunda partida foi uma loucura e ficamos a um gol da eliminação. Depois, vieram os pênaltis e o Marcão acabou novamente sendo o diferencial. Graças a Deus, eliminamos mais um, porque já havíamos eliminado o Vasco, um dos candidatos ao título”, relembrou César Sampaio.

A atuação de Marcos com 25 anos contra o Corinthians foi marcante na campanha do título do Palmeiras. Para o capitão na conquista alviverde, o goleiro surpreendeu pela personalidade do jogador que se tornou ídolo do clube.

“Como capitão, quando algum jovem vai jogar, você sempre encosta e o cara está tremendo, inseguro. No pré-jogo, no acesso ao túnel ou na beira do campo, você vê que o cara está meio… E o Marcão estava tranquilo”, disse César Sampaio, que revelou uma conversa com o goleiro. Eu falei: "Pô, Marcão, procura fazer as coisas mais fáceis. Se recuarem, dá chutão. Faz as defesas de forma segura". Ele disse: "Sampaio, não esquenta, não". Pensei: "Caramba! Esse, já nasceu para isso. (Risos). Até hoje, ele é assim”, relembrou o ex-volante.

Nos bastidores do confronto, César Sampaio revelou que o médico do Palmeiras estava nervoso para a disputa de pênaltis e disse que o jogo contra o maior rival na Libertadores foi uma das principais partidas da carreira.

“Acho que foi esse jogo em que o doutor Rubens Sampaio falou: ‘Não vou conseguir assistir isso’. Se o médico estava nervoso e preferiu nem ver os pênaltis, imagina a gente (risos). Não foi nem tanto uma comemoração no vestiário, mas sim uma descarga mesmo, um alívio por ter passado. É um dos jogos mais tensos da minha carreira, comparável com a final de 1993. A decisão daquele Paulista foi o jogo para o qual mais me preparei. O segundo mais tenso que disputei foi esse contra o Corinthians”, completou.




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