16/9/2019 15:10

Com Mano Menezes, Palmeiras esquece 'chutão' e adota a bola nos pés; confira as estatísticas

No último sábado, o Palmeiras fez a lição de casa e bateu o Cruzeiro por 1 a 0, no Allianz Parque, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.



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Foi a 3ª vitória seguida do técnico Mano Menezes, que assumiu no dia 3 de setembro, após a demissão de Luiz Felipe Scolari.

Desde que chegou, o comandante não teve muito tempo para treinar, já que o Verdão teve escala apertada de jogos.

No entanto, mesmo com pouco tempo de trabalho, ele conseguiu implementar um pouco de seu estilo, como mostram os números do TruMedia, banco de estatísticas exclusivo da ESPN.

Com Mano, o Alviverde reduziu o número de chutões para frente (12 por jogo), uma das marcas do trabalho de Felipão (com quem o time dava 14 chutões por jogo), e passou a trabalhar mais a bola, ao estilo tiki-taka.

Nas últimas três partidas que fez, o Palmeiras teve 56,8% de posse de bola. Já com Felipão, foram 15 jogos no Brasileiro e média de posse de bola de apenas 44,5%.

Quanto aos passes, foram 1.386 nas três partidas de Mano, ou 462 por jogo. A média é bem maior que nos tempos de Scolari: 312 passes por jogo.

O índice de acerto dos toques melhorou muito com Mano:

Agora, o Verdão completa 84,3% de seus passes, contra 78,4% dos tempos de Felipão.

Os toques na bola também são mais profundos com o novo treinador:

Nas partidas de Mano, foram 82,2% de passes no campo adversário e 77,3% deles no último terço do campo. Com Scolari, eram 76,8% de passes no campo adversário e 71,5% no último terço.

Não à toa, o Palmeiras passou a criar mais chances de gol.

Nos últimos três duelos, forma 15,3 chutes a gol por jogo. Já com Felipão, foram 13,86 finalizações por jogo.

A pontaria também é superior com Mano (43,5% de finalizações no gol) do que com Luiz Felipe Scolari (37% de finalizações no gol).

Algo que não mudou entre os técnicos, porém, são os atletas que mais tocam bola.

Tanto com Mano quanto com Felipão, Marcos Rocha, Bruno Henrique e Diogo Barbosa (nessa ordem) são os maiores passadores.

Os três, porém, passaram a tocar melhor com o novo técnico: Marcos Rocha subiu de 74,1% para 79;1%; Bruno Henrique melhorou de 85,8% para 91,4%; e Diogo Barbosa foi de 80,9% para 84%.

A matriz de passes mais comuns também mudou um pouco.

Com Felipão, as três ações de passes mais comuns eram: Marcos Rocha para Dudu, Bruno Henrique para Marcos Rocha e Bruno Henrique para Dudu.



Já com Mano, as ações mais usuais são: Bruno Henrique para Marcos Rocha, Marcos Rocha para Gustavo Scarpa e Luan para Marcos Rocha.

Palmeiras, Brasileirão, Mano Menezes, Felipão




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