3/4/2020 10:09
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Edmundo foi uma das principais contratações da Parmalat, em 1993, e sua chegada é um dos maiores símbolos da retomada do clube, que encerrou naquela temporada um jejum de quase 17 anos sem título.

Raça e habilidade. O camisa 7 juntava tudo que um torcedor pode querer. O atacante driblava, debochava de rivais com a bola nos pés, comprava briga e, principalmente, marcava gols, alguns golaços.

Título é com ele. Edmundo fez gols nas finais do Rio-São Paulo e do Brasileiro de 1993, deu assistência no gol do título do Brasileiro de 1994 e foi fundamental nas conquistas dos Paulistas de 1993 e 1994.

O cara nos clássicos. Edmundo foi decisivo e balançou as redes diante dos maiores rivais do clube. O primeiro gol dele no Palmeiras, inclusive, foi em vitória por 3 a 1 sobre o Santos, em seu quarto jogo no clube, o primeiro clássico que disputou.

"De coração, eu queria ter começado no vasco e, depois, ter jogado a vida inteira no Palmeiras. Eu era feliz no Palmeiras e não sabia. Foi o grande erro da minha vida", disse Edmundo, recentemente, à Fox, ao falar de sua saída em 1995.

Edmundo é o 19º maior artilheiro da história do Palmeiras, com 99 gols. A média é de quase um gol a cada dois jogos (atuou 223 vezes). Se contassem assistência nos anos 1990, sua importância seria ainda mais clara nos números.

Edmundo nunca escondeu que é vascaíno de infância. Mas, também, que é palmeirense por opção. "Pelo Vasco, sinto amor de mãe. No Palmeiras, é amor de mulher, pois é o clube que conheci quando adulto. Minha afirmação foi aqui. Torcida e a diretoria sempre estiveram ao meu lado. Tenho gratidão por esse clube", falou ao voltar, em 2006.

A segunda passagem de Edmundo não foi só nostálgica. Atuando entre 34 e 35 anos de idade, apenas em 2006 e 2007, é o nono maior artilheiro do clube no século, com 35 gols.

O palmeirense que pouco lembrava de Edmundo nos anos 1990 viu sua marca de perto em 4 de março de 2007, com atuação de gala e dois gols em vitória por 3 a 0 sobre o Corinthians.

Edmundo deixou o Palmeiras no fim de 2007, mas nunca mais se desligou. É presença fixa em jogos festivos e ainda gera lágrimas em alguns torcedores que enfrentam filas por um autógrafo seu.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Veja 10 motivos que fizeram Edmundo virar Animal e ídolo eterno no Palmeiras
Edmundo completou 49 anos de idade na quinta-feira, a maioria deles ligados ao Palmeiras. Há 27 anos, começou uma história que lhe rendeu o apelido de Animal e uma idolatria eterna. O LANCE! dá 10 razões para isso.
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Edmundo foi uma das principais contratações da Parmalat, em 1993, e sua chegada é um dos maiores símbolos da retomada do clube, que encerrou naquela temporada um jejum de quase 17 anos sem título.

Raça e habilidade. O camisa 7 juntava tudo que um torcedor pode querer. O atacante driblava, debochava de rivais com a bola nos pés, comprava briga e, principalmente, marcava gols, alguns golaços.

Título é com ele. Edmundo fez gols nas finais do Rio-São Paulo e do Brasileiro de 1993, deu assistência no gol do título do Brasileiro de 1994 e foi fundamental nas conquistas dos Paulistas de 1993 e 1994.

O cara nos clássicos. Edmundo foi decisivo e balançou as redes diante dos maiores rivais do clube. O primeiro gol dele no Palmeiras, inclusive, foi em vitória por 3 a 1 sobre o Santos, em seu quarto jogo no clube, o primeiro clássico que disputou.

"De coração, eu queria ter começado no vasco e, depois, ter jogado a vida inteira no Palmeiras. Eu era feliz no Palmeiras e não sabia. Foi o grande erro da minha vida", disse Edmundo, recentemente, à Fox, ao falar de sua saída em 1995.

Edmundo é o 19º maior artilheiro da história do Palmeiras, com 99 gols. A média é de quase um gol a cada dois jogos (atuou 223 vezes). Se contassem assistência nos anos 1990, sua importância seria ainda mais clara nos números.

Edmundo nunca escondeu que é vascaíno de infância. Mas, também, que é palmeirense por opção. "Pelo Vasco, sinto amor de mãe. No Palmeiras, é amor de mulher, pois é o clube que conheci quando adulto. Minha afirmação foi aqui. Torcida e a diretoria sempre estiveram ao meu lado. Tenho gratidão por esse clube", falou ao voltar, em 2006.
A segunda passagem de Edmundo não foi só nostálgica. Atuando entre 34 e 35 anos de idade, apenas em 2006 e 2007, é o nono maior artilheiro do clube no século, com 35 gols.

O palmeirense que pouco lembrava de Edmundo nos anos 1990 viu sua marca de perto em 4 de março de 2007, com atuação de gala e dois gols em vitória por 3 a 0 sobre o Corinthians.

Edmundo deixou o Palmeiras no fim de 2007, mas nunca mais se desligou. É presença fixa em jogos festivos e ainda gera lágrimas em alguns torcedores que enfrentam filas por um autógrafo seu.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Postado por
Rudney Rodrigues Xavier
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9579 visitas - Fonte: LANCE!
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Espero que o cisgador do Dudu leia e tire proveito , saindo da toca nas decisões.