Atualmente diretor de futebol do Atlético Mineiro, Alexandre Mattos voltou a falar sobre o Palmeiras ao relembrar negociações polêmicas quando comandou o departamento de futebol alviverde.
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Em 2019, o Verdão pagou cerca de R$ 25 milhões para contratar o atacante Carlos Eduardo, hoje está no Athletico-PR. De acordo com o dirigente,
Bruno Henrique, do Flamengo, chegou a ser avaliado mesmo sem ter sido pedido pela comissão técnica de Felipão, mas depois foi descartado.
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Teve uma reunião de presidentes, e o Maurício me ligou falando que o presidente do Santos estava chateado com o Flamengo, perguntou se eu queria o Bruno Henrique por 10 milhões de euros mais o Raphael Veiga. Falei que não era certo, o Maurício concordou, e o Bruno Henrique foi para o Flamengo por 5 milhões de euros. Ninguém quer vender para rival. O presidente do Fluminense me ligou dizendo que, se o Pedro não fosse para fora, não venderia para o Flamengo e que eu poderia comprar pagando como conseguisse – revelou Mattos, em entrevista para Fox Sports.
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(O Bruno Henrique) Virou o que virou agora, por mérito dele, mas não fez parte dos pedidos da comissão técnica, que colocou duas ou três situações, sendo uma delas o Carlos Eduardo. É muita sacanagem falar que se pagou a mesma coisa. O São Paulo comprou o Pablo por mais do que o Flamengo pagou para o Bruno Henrique, o Corinthians paga mais nos salários de Boselli e Vagner Love – completou.
Além disso, Mattos afirmou ter ficado chateado com Fernando Prass, hoje goleiro do Ceará. O atleta não teve o contrato renovado no fim do ano passado e afirmou que só foi informado da decisão do clube nas últimas rodadas do Brasileirão, após ter decidido a permanência de Jailson.
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Essa história me chateou. Renovei com ele três vezes e tenho respeito enorme, um dos maiores profissionais que trabalhei. Antes do jogo contra o Grêmio, eu, o presidente (Maurício Galiotte), o Mano, o Cícero (gerente de futebol), o Paulo Buosi e o Alexandre Zanotta (vice-presidentes) decidimos que ficaria o Jailson e liberaríamos o Prass. Falei que ia avisá-lo, mas pediram para avisar só faltando um jogo. Fui demitido uma semana depois, e mantiveram o planejamento. Por que fiquei como responsável se fui demitido? - afirmou o dirigente, que explicou o motivo de vetar algumas entrevistas de Prass no clube.
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Se eu estivesse lá, o Prass ia sair. Tem 41 anos, há dois anos e meio não era titular, vinha sendo o terceiro goleiro e era um dos maiores salários do Palmeiras. Ficou incompatível. Um dia vou conversar com ele. Inclusive, explico publicamente uma dúvida que ele tem: eu não o deixava dar entrevista a pedido do Oscar Rodriguez, preparador de goleiros, porque, quando ele dava entrevista pedindo para jogar e renovar, o Jailson e o Weverton ficavam chateados. Era para manter um bom ambiente – completou.
Valdivia, ídolo da torcida alviverde, também foi assunto ao não ter seu contrato renovado em sua última passagem. Ainda em 2015, o clube decidiu pela não permanência do meio-campista, que se despediu na metade daquele ano.
Pelas redes sociais, Valdivia já fez críticas ao dirigentes e ofensas que foram interpretadas por torcedores como recados para Alexandre Mattos.
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O Valdivia é um tema irrelevante para mim. Jogaram para ele que eu não quis renovar e ele acreditou. Eu queria, mas o Paulo (Nobre, presidente na época) não queria. Tecnicamente é um dos melhores com quem já trabalhei, mas vida que segue – disse o atleticano.
Em 2018, Rony era o nome que a diretoria do Palmeiras tinha como opção para substituir Keno, negociado com o Pyramids, do Egito. O atleta chegou a acertar com o clube, mas a contratação não foi finalizada por questões jurídicas.
Alexandre Mattos comandou o futebol do Palmeiras de janeiro de 2015 a dezembro de 2019. Ele conquistou pelo Verdão a Copa do Brasil de 2015 e as edições de 2016 e de 2018 do Campeonato Brasileiro.
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O legado que ele deixou foram três titulos!
Agora , esse Alexandre Mattos , não fala nada dos legados que ele deixou ? São vários pés de rato ainda continua no Verdão , recebendo altíssimo salário .