Um vídeo personalizado do presidente Gianni Infantino nas redes sociais saúda cada classificado para o novo Mundial de Clubes. São 30 times já confirmados na competição (entre eles Flamengo, Palmeiras e Fluminense), restando apenas dois: um da Conmebol (o campeão da CONMEBOL Libertadores de 2024 ou o melhor ranqueado elegível) e um representante do país-sede, os Estados Unidos. As datas já estão definidas: de 15 de junho a 13 de julho de 2025. Parece tudo perfeito, mas, a menos de um ano do início previsto, ainda não há informações sobre as cidades que receberão os jogos, e nem sobre o sorteio dos grupos. Fontes afirmaram à ESPN que tudo será anunciado antes do fim de 2024. Também não se sabe nada oficialmente sobre a premiação a ser paga aos participantes. Valores vazados para a imprensa chegavam a 50 milhões de dólares por clube, mas nunca foram confirmados.
Nos últimos dias, jogadores de clubes importantes se posicionaram sobre o inchaço do calendário, agravado pelo novo formato da Champions League. Rodri, do Manchester City, levantou a possibilidade de uma greve geral, ganhando o endosso da associação de jogadores da Inglaterra. O zagueiro Ruben Dias, também do City, recentemente postou uma imagem impressionante da tabela de jogos do time para a temporada. Alisson, do Liverpool fez coro aos rivais e apontou o fato de os atletas não serem ouvidos sobre o excesso de jogos. Técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti levantou a hipótese de dar férias aos jogadores durante a temporada para garantir períodos adequados de descanso. Em entrevista exclusiva à ESPN, Pep Guardiola, do City, disse que o melhor é "não pensar" no Mundial por enquanto.
Segundo o site The Athletic, nenhum contrato de televisão foi fechado para o Mundial, e Infantino convocou uma apresentação de emergência para representantes das televisões para levantar interesse na compra dos direitos. O objetivo inicial era fechar um contrato mundial de transmissão, mas os valores pedidos afastaram os possíveis parceiros. De acordo com a matéria, há dúvidas sobre o interesse real do público em mais uma competição de clubes, especialmente com times como Manchester United, Arsenal, Liverpool, Barcelona e Milan fora da disputa. A nova estratégia é buscar contratos regionais, o que demanda mais esforço e poder de negociação.
A Fifa tem, portanto, um desafio para angariar os fundos necessários para tornar a competição interessante, especialmente para os clubes europeus. Em 2019, o presidente da Fifa fazia uma projeção de arrecadação na casa dos 50 bilhões de euros para a primeira edição com o novo formato, que deveria ter sido realizada em 2021, na China, mas foi adiada em função da pandemia de Covid-19. Hoje, o valor soa como devaneio. Já houve uma edição de Mundial de Clubes cancelada: a de 2001, na Espanha, que já tinha grupos sorteados e sedes definidas.
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