Palmeiras e Botafogo, que viveram problemas institucionais nos últimos anos envolvendo Leila Pereira e John Textor, deixaram a dor de cabeça para trás e se uniram antes da estreia do Campeonato Brasileiro, neste domingo, no Allianz Parque, para realizar uma ação contra o racismo. Os jogadores subiram o punho, símbolo da luta antirracista, durante o minuto de silêncio. Os clubes fizeram uma postagem em conjunto nas redes sociais e se reuniram no campo antes de a bola rolar para fazer o gesto do punho erguido, símbolo da luta antirracista no mundo. O caso de Luighi, atacante do Palmeiras que sofreu ofensa racista em jogo da Libertadores sub-20 no começo do mês, foi o que inspirou o ato.
Palmeiras e Botafogo fizeram história nos últimos dois anos e hoje nós viemos juntos contra o racismo porque o caso que ocorreu contra o Luighi tocou a gente, tocou o John (Textor). Ele inclusive disse que chorou vendo o vídeo e me pediu que a gente fosse um pouco mais atuante nessa causa contra o racismo. Buscamos o Palmeiras e fizemos essa aproximação de duas grandes agremiações para lutar contra essa causa. Hoje iniciamos essa união de dois grandes clubes contra o racismo - afirmou Thairo Arruda, CEO do Alvinegro.
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