Em seu sexto ano à frente do futebol do Palmeiras, Anderson Barros concedeu entrevista ao “Uol” e fez uma espécie de “desabafo” sobre a pressão que recebe, principalmente nas redes sociais, por grande parte da torcida do time paulista. Nos últimos anos, o diretor foi alvo de manifestações e protestos, principalmente pela torcida entender que existe uma certa demora na contratação de reforços, algo cobrado publicamente pelo técnico Abel Ferreira no passado recente, o que fez com que grande parte da pressão por melhores resultados caísse em cima de Barros.
“Essa é a sexta temporada do meu trabalho no Palmeiras. Por vezes, na própria arquibancada, eu vi o meu nome chamado de forma muito negativa. Vi a imprensa fazer críticas sem ter o conhecimento de quem é o Anderson Barros. Mas eu sei que a vida já me bateu de tal forma, que é fundamental para mim acreditar no trabalho”.
“Eu me entrego a essa instituição diariamente, minha esposa diz que eu só penso no trabalho, e é nisso que eu acredito”, disse o diretor, que explicou como “suporta” a pressão vivida no dia a dia no Palmeiras. "Por muitas vezes as críticas incomodam, ninguém é de ferro”.
“Mas quando eu vejo o que estou realizando e a forma que me entrego, o reconhecimento que tenho dos profissionais, principalmente do Palmeiras, me dá força suficiente para poder suportar e seguir até o momento que a senhora presidente ou a diretoria entenderem que eu deva exercer esse cargo”.
Anderson Barros defendeu que é capaz de exercer a função que tem no Palmeiras e também atacou parte da imprensa ao cobrar mais “transparência e honestidade”.
"Eu me preparei para a função que exerço. Sou professor de Educação Física, bacharel em Direito, fiz MBA em Administração Esportiva, comecei como estagiário e passei por todos os segmentos possíveis para poder chegar a essa condição. Então tenho consciência do que sou capaz de fazer, sei que tenho conhecimento pleno não só da parte humana, mas das outras partes fundamentais também."
“Acredito demais no ser humano, na pessoa, e me entristeço muito quando vejo algumas notícias. Eu responsabilizo segmentos da própria imprensa, porque assim como nós fazemos, é importante que cada profissional faça aquilo que precisa ser feito da melhor forma possível”.
“E isso precisa ser honesto e transparente, dá trabalho. Quando se tem uma informação, é necessário buscar a veracidade dela antes de falar sobre”, explicou o diretor, que destacou que citou o técnico Abel Ferreira para explicar como gosta de trabalhar no dia a dia.
“Entendo que a gente sempre tem que buscar a verdade. A verdade é a alma da humanidade e hoje nós vivemos um conflito”.
“Estamos num país onde todos estão desconfiados com tudo que nos é oferecido. Eu dou um valor enorme ao aperto de mão, para mim tem um significado muito grande, precisa ser firme, com olho no olho, como diz o meu treinador. As pessoas precisam transmitir confiança para todos”, finalizou.
Próximos jogos do Palmeiras: Fluminense (F): 23/07, 19h (de Brasília) - Brasileirão Grêmio (C): 26/07, 21h (de Brasília) - Brasileirão Corinthians (F): 30/07, 21h30 (de Brasília) - Copa do Brasil
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Se não esta bom pra vc, que ganha muito pra comer e cagar, imagina pra gente que tem que suportar um diretor de futebol morto igual a vc,se não tá bom pra vc,some, não vai fazer falta alguma
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