Cristaldo jogou com Cleiton Xavier no Metalist e lamenta pelo reforço ficar fora da primeira fase do Paulistão
O atacante Cristaldo comemorou a contratação de Cleiton Xavier pelo Palmeiras, já que teve longa passagem ao lado do meio-campista no Metalist, da Ucrânia. O argentino demonstrou ser um admirador do futebol do novo reforço palmeirense e só lamentou não poder tê-lo junto em campo nesta primeira fase do Campeonato Paulista.
“Quando fiquei sabendo que o Cleiton Xavier poderia vir para cá, foi muita alegria, porque compartilhei muitos momentos com ele na Ucrânia. É um craque e ídolo lá. Ele fazia com muita facilidade mesmo as coisas difíceis. Infelizmente, não foi inscrito por causa de outro sistema da Ucrânia, mas vai jogar muito e vamos fazer de tudo para passar de fase, para que ele possa jogar conosco”, comentou.
Cristaldo atuou pelo Metalist entre 2011 e 2014, enquanto Cleiton Xavier ficou no time do Leste Europeu entre 2010 e início de 2015. Nesta quinta-feira, o meia começou os trabalhos na Academia de Futebol e brincou com o amigo argentino.
“Era quem mais falava com os argentinos lá. Quando chegou aqui, já perguntou: você está falando português?”, sorriu o camisa 9, que se expressa muito bem no idioma. Porém, enquanto Cristaldo ganha chances com o técnico Oswaldo de Oliveira, Cleiton Xavier terá de aguardar mais um pouco.
O meia assinou com o Verdão na semana passada, mas, como rompeu com o Metalist na Justiça, ainda não recebeu a documentação de transferência da Federação Ucraniana. Por isso, não houve tempo de o clube paulista inscrevê-lo na primeira fase do Paulistão, pois os registros terminaram na terça-feira.
A ideia no clube é utilizá-lo na próxima etapa do campeonato e nas demais competições. Até lá, Cristaldo deve estar ainda mais adaptado ao Palestra Itália. Contratado em agosto do ano passado, o argentino já se sente à vontade e até ajuda o garoto Gabriel Jesus nestas primeiras semanas entre os profissionais.
“Chamo o Gabriel de menino de ouro. Ele é um parceiro meu, estamos sempre brincando juntos. Estou o ajudando aqui na adaptação ao time com os companheiros. É um jogador de muita qualidade”, afirmou, para completar.
“Fui também um menino e sei o que ele está passando, de chegar ao vestiário e não falar com ninguém. Temos de fazer amizade, fazer com que a adaptação seja muito mais fácil para ele, conversando e brincando. Isso é bom para ele e para o time”, completou.
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