No próximo sábado (1º), o Santos enfrentará o Fortaleza, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro, em um confronto crucial na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Durante a semana, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, provocou polêmica ao sugerir a diminuição do número de rebaixados para a Série B. Segundo ele, a presença de quatro equipes rebaixadas é "muito grave" e precisa ser reavaliada.
Teixeira argumentou que a situação atual do campeonato é extremamente desafiadora e que o Santos deve se esforçar para conquistar vitórias dentro de casa. "É um campeonato muito difícil. Ter quatro times caindo é bastante severo. É preciso considerar essa questão", declarou ao De Olho no Peixe. Ele elaborou ainda sobre como os clubes estão discutindo a alteração do regulamento, embora tenha assegurado que sua afirmação não tem como objetivo desmerecer o potencial do Santos, que, segundo ele, deveria estar em uma posição mais elevada na tabela.
A questão do número de rebaixados gerou diferentes opiniões entre comentaristas da ESPN. Leonardo Bertozzi, por exemplo, discorda da posição de Teixeira, ressaltando que o Brasil possui um grande número de clubes profissionais e que uma maior rotatividade na Série A é justificável.
Por sua vez, Mário Marra acredita que a competitividade deve ser a prioridade. Para ele, a simples redução do número de rebaixados não resolveria a disparidade entre as equipes da Série A e da Série B, já que muitos clubes que sobem tendem a cair rapidamente. Em seu parecer, a permanência de quatro rebaixados aumenta a competitividade do torneio.
Paulo Cobos concorda com Teixeira, destacando que muitos campeonatos ao redor do mundo não rebaixam quatro times por temporada. Ele considera que essa alta rotatividade tem um impacto negativo para a estrutura dos clubes que sobem, dificultando sua permanência na elite do futebol. Ele acredita que o ideal seria rebaixar entre duas e três equipes, possibilitando uma melhor preparação dos clubes que sobem da Série B.
André Donke complementa, afirmando que criticar o número de rebaixados é conveniente especialmente quando um time está ameaçado de cair. Para ele, a quantidade atual é muito alta, pois um quinto do campeonato desce todo ano, o que não é o padrão nas principais ligas europeias. Ele sugere que três rebaixados poderiam proporcionar um equilíbrio maior entre a rotatividade e a permanência dos clubes na Série A.
Gian Oddi, por sua vez, expressa um apreço pela pressão que envolve a luta contra as últimas colocações no Campeonato Brasileiro. Para ele, essa dinâmica contribui para a emoção do campeonato, considerando também que a quantidade de vagas para a Libertadores e outros torneios afeta a disputa por melhores posições.
Por fim, Ubiratan Leal reforça que a discussão sobre o tema deve acontecer em momentos oportunos, e não apenas quando clubes em situações complicadas levantam a questão. Ele concorda que, ao rebaixar quatro de 20 times, há um número excessivo de mudanças nas divisões, sugerindo que essa conversa deve se dar em um contexto mais amplo e não apenas motivada por interesses momentâneos.
762 visitas - Fonte: espn
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É o medo de ser rebaixado, né piabas? Se sua equipe está ameaçada de rebaixamento é falta de competência de vocês!! Vai se catar...
queria ver o tome estive na série B qual seria sua posição de também seria só tes times com direito ao assesso se ele aceitaria e caso a CBF aceitável mas a partir de 2030