O Palmeiras anunciou a rescisão do contrato de patrocínio com o Grupo Fictor, fundamentando a decisão em motivos de inadimplemento contratual. A informação foi divulgada em uma nota oficial, na qual o clube esclarece que está avaliando as melhores formas de cobrar os valores devidos pela parceira.
A Fictor, que atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura, havia solicitado recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo, enfrentando uma dívida de aproximadamente R$ 4 bilhões. A empresa também requisitou tutela de urgência para suspender a cobrança das dívidas por um período de 180 dias.
O vínculo entre o Palmeiras e o Grupo Fictor começou em março de 2025, quando a marca se tornou a patrocinadora máster do time sub-20 e teve sua logomarca estampada nas costas das equipes profissionais masculina e feminina. O contrato tinha uma duração prevista de três anos, com possibilidade de extensão para quatro, e implicava um investimento de R$ 30 milhões.
Além disso, o acordo incluía a concessão de naming rights para um torneio sub-17, que passou a ser denominado Copa Fictor. A rescisão deste acordo pode impactar não apenas o patrimônio financeiro do clube, mas também seu planejamento esportivo para as próximas temporadas.
Diante dessa situação, a gestão do Palmeiras deve considerar alternativas para mitigar os efeitos da perda de patrocínio. O cenário exige uma análise cuidadosa das táticas de reestruturação financeira e das estratégias de marketing para que o clube consiga seguir competitivo no mercado.
Nos próximos dias, o Palmeiras deve avaliar as medidas legais cabíveis e, em paralelo, buscar novas oportunidades de patrocínio para não perder apoio financeiro em um momento tão delicado. O desempenho e a visibilidade do clube na temporada se tornam cruciais para atrair novos parceiros e garantir o crescimento esportivo e institucional.
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