O Palmeiras demonstrou que Nino é mais do que um reforço pontual; ele é visto como peça-chave de um projeto estrutural para a temporada de 2026. Apesar das tentativas agressivas nas últimas semanas, o Zenit faz jogo duro. O clube russo, que lidera a liga local, não aceita perder um de seus pilares defensivos no meio da competição. Diante desse cenário, a diretoria alviverde mudou a estratégia: se não é possível trazê-lo agora, o foco total é selar um acordo para que ele desembarque na Academia de Futebol em junho.
Os Bastidores da Negociação
A busca por Nino envolveu esforços diplomáticos e viagens internacionais:
Missão Exterior: O Palmeiras chegou a enviar um representante para Abu Dhabi (onde o Zenit realizava pré-temporada) para tentar destravar o negócio.
Prioridades: Embora o acordo com o Zenit não tenha saído, a viagem serviu para finalizar a vinda de Jhon Arias. Com o staff de Nino, as conversas estão avançadas, o que mantém o otimismo para um desfecho positivo no meio do ano.
Opções B: O clube sondou Igor Julio, do Brighton, mas a consulta não evoluiu, reforçando que a prioridade técnica de Abel Ferreira é o ex-capitão do Fluminense.
Gestão de Elenco: A Carência na Zaga
A necessidade de um novo zagueiro tornou-se urgente após a saída de Micael para o Inter Miami. Atualmente, Abel conta com:
Gustavo Gómez e Murilo: A dupla titular incontestável.
Bruno Fuchs: A opção imediata de confiança.
Benedetti: Jovem da base que vem ganhando espaço na organização tática.
A vinda de Nino daria ao Palmeiras a experiência e a qualidade de saída de bola necessárias para suportar a maratona de jogos que virá com o início do Brasileirão e da Libertadores.
O Cenário para Junho
O Palmeiras arrecadou recordes em 2025 (R$ 1,7 bilhão) e tem saúde financeira para esperar por Nino, em vez de investir em um nome "tapa-buraco". O plano é assinar um contrato que garanta a chegada do defensor assim que a temporada russa terminar, permitindo que ele se integre ao grupo para as fases decisivas das copas.
Até lá, a comissão técnica precisará de uma leitura de jogo precisa para gerir o desgaste dos atuais defensores, enquanto a diretoria monitora o mercado em busca de oportunidades que não comprometam o orçamento destinado ao "Plano A".
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