O Palmeiras segue ativo no mercado em busca de um zagueiro, mas esbarrou em valores considerados fora da realidade financeira do clube. Segundo o jornalista André Hernan, o Verdão tentou movimentos por Roger Ibañez, Diego Carlos e Alexsandro Ribeiro, mas as cifras assustaram a diretoria e travaram qualquer avanço.
A busca por um defensor é antiga e vista como prioridade interna. Mesmo assim, o clube adota postura cautelosa, reforçando o elenco sem comprometer o equilíbrio financeiro. A avaliação é de que os valores pedidos pelos clubes e estafes não se encaixaram no planejamento alviverde.
O nome de Roger Ibañez foi um dos mais discutidos nos bastidores. O zagueiro, com passagem pelo Fluminense e atualmente no Al Ahli, da Arábia Saudita, teve situação consultada. A pedida do clube saudita gira em torno de 25 milhões de euros, valor superior a R$ 160 milhões, considerado inviável pelo Palmeiras.
Além da transferência, o salário também pesou. Ibañez recebe cerca de 10 milhões de euros por temporada no futebol saudita. Para um retorno ao Brasil, seria necessária uma redução significativa, mas mesmo assim o custo total da operação ficou fora da realidade do clube paulista.
Diego Carlos também entrou na pauta. O zagueiro, com passagens por Sevilla e West Ham e atualmente no Como, da Itália, foi oferecido ao Palmeiras. A negociação não avançou por conta das cifras e do perfil financeiro da operação, levando a diretoria a desistir das tratativas.
Outro nome monitorado foi Alexsandro Ribeiro, do Lille. O defensor de 26 anos vive bom momento na Europa e chegou a ser convocado para a seleção brasileira. O clube francês, porém, não demonstrou interesse em facilitar uma saída, e a avaliação interna é de que o negócio seria complexo e caro.
Mesmo com as dificuldades, o Palmeiras mantém a busca por reforços pontuais. A ideia é contratar sem comprometer a saúde financeira. A diretoria entende que o elenco é competitivo, mas não descarta oportunidades de mercado que possam surgir.
O clube segue atento a alternativas para a defesa. A prioridade é encontrar um nome que se encaixe no orçamento e no perfil desejado pela comissão técnica. Até lá, a tendência é de cautela e paciência nas negociações.
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