Na última quarta-feira, o Palmeiras visitou o Cerro Porteño no estádio Nueva Olla, em Assunção, em um embate válido pela fase de grupos da Libertadores. O campo apresentava medidas ajustadas, com uma largura reduzida para 64 metros, o que gerou discussões sobre as condições do jogo. O resultado final foi um empate em 1 a 1, que deixou o Palmeiras na segunda posição do Grupo F, somando cinco pontos.
Durante a partida, o técnico Abel Ferreira reconheceu as dificuldades impostas pelo adversário e pelas condições do gramado. Embora tenha destacado a qualidade do desempenho da equipe no primeiro tempo, Ferreira enfatizou que as oportunidades não convertidas foram determinantes para o resultado insatisfatório. Ele reiterou a importância de focar no que está sob seu controle, afastando-se de justificativas externas.
O técnico do Cerro Porteño, Ariel Holan, ao ser questionado sobre a configuração do campo, afirmou que as medidas estavam dentro das normas estipuladas pela confederação. Ele havia observado que gramados de dimensões variáveis são comuns em competições internacionais e que a largura mínima, embora distinta do padrão convencional, não teve impacto significativo no desenrolar do jogo.
Com o ponto conquistado, o Palmeiras ainda se mantém na luta por uma das vagas para a próxima fase da Libertadores, mas a performance em campo despertou críticas em relação à gestão das oportunidades. A equipe ocupará posição de destaque nos próximos confrontos, necessitando de um desempenho mais eficaz para garantir a vaga na próxima fase do torneio.
A tabela evidencia que o Sporting Cristal lidera o grupo, com seis pontos depois de três partidas, aumentando a pressão sobre o Palmeiras para os próximos desafios. A equipe deve se preparar para intensificar a organização tática e a finalização, aspectos que foram deficientes na última partida.
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