O fechamento da preparação alviverde para manter a ponta do Campeonato Brasileiro virou uma verdadeira dor de cabeça na Academia de Futebol e coloca o rendimento do time totalmente em jogo. O Palmeiras confirma que o técnico Abel Ferreira terá de superar uma lista rústica de seis ausências certas para encarar o Atlético-MG neste domingo, às 19h30, no Nubank Parque. Entre suspensos, lesionados e atletas em repouso pós-Copa, a comissão técnica precisará reinventar a estrutura do elenco.
O setor defensivo vive o ríspido impasse do confronto. Sem Khellven e Ramón Sosa (suspensos), além de Jefté (cirurgia no joelho) e Barboza (fora pelo terceiro amarelo), o comandante contesta a falta de opções nas alas e estuda promover improvisações. Por outro lado, a diretoria admite otimismo com os retornos do argentino Giay, do atacante Vitor Roque e do meia Felipe Anderson, que treinaram normalmente no gramado e viram trunfos de última hora.
— A maratona de jogos e desfalques nos desafia a encontrar soluções caseiras rápido. A diretoria admite as perdas de peso, mas a comissão técnica nos cobra intensidade e resposta tática imediata. Não há nenhum acordo travado sobre o esquema principal — dispara uma fonte graúda ligada ao futebol alviverde.
Na frente, a boa notícia fica por conta de Paulinho. Livre de suspensão e com carga física ampliada, o atacante reage bem aos trabalhos e confirma ter condições de atuar por mais de 45 minutos. Flaco López permanece de folga e se reapresenta apenas na próxima semana, abrindo espaço para garotos da base como Riquelme e Heittor brigarem por minutos na rotação.
Com duas formações na mesa — alternando entre o sistema de três zagueiros com Bruno Fuchs ou a linha de quatro com improvisação na direita —, o Palmeiras confirma que fará o ajuste final antes de ir a campo. O grupo admite a pressão do duelo, focado em somar três pontos em casa para conter os rivais e disparar no topo da Série A de 2026.
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