O Palmeiras finalizou a negociação de Allan com o Manchester City por 40 milhões de euros fixos (cerca de R$ 240 milhões). O valor torna a transação a terceira maior venda da história do clube, atrás apenas de Estêvão (€61,5 milhões) e Endrick (€60 milhões). A proposta inicial dos ingleses era de 35 milhões de euros, mas o Verdão manteve a exigência e conseguiu fechar pelo valor desejado. Agora, restam apenas detalhes burocráticos para oficializar a transferência.
A venda de Allan reflete a estratégia da diretoria de Leila Pereira em equilibrar as contas do clube em um ano de déficit. O Palmeiras projetava arrecadar R$ 400 milhões em vendas de jogadores em 2026, mas até agora havia conseguido apenas cerca de R$ 120 milhões. Allan, destaque da temporada com 42 jogos, seis gols e cinco assistências, despertou interesse internacional pela versatilidade e intensidade em campo. O Manchester City viu no jogador características raras: capacidade de atacar e defender com eficiência.
Financeiramente, o negócio é fundamental para o Palmeiras atingir sua meta de vendas e aliviar o déficit acumulado. Esportivamente, a saída de Allan representa perda significativa para Abel Ferreira, que terá de reorganizar o ataque e buscar alternativas no elenco. O treinador já havia destacado que o volante é um jogador completo, capaz de atuar em diferentes funções, e que sua ausência será sentida. Para a torcida, a venda gera orgulho pela valorização internacional, mas também preocupação com o impacto imediato no desempenho da equipe.
Com Allan indo para o Manchester City, o Palmeiras reforça sua imagem como clube formador e vendedor de talentos de alto nível. A negociação coloca o jogador ao lado de nomes como Estêvão, Endrick e Gabriel Jesus, que também renderam cifras milionárias ao Verdão. Para o elenco, a saída abre espaço para outros jovens ganharem protagonismo, mas aumenta a pressão por reforços. Para o mercado, o negócio mostra que o Palmeiras segue competitivo financeiramente e capaz de negociar em patamares elevados.
O Manchester City deve anunciar Allan nos próximos dias, enquanto o jogador se despede oficialmente do Palmeiras. A diretoria alviverde segue atenta ao mercado para avaliar reposições e garantir que o elenco mantenha competitividade em três frentes: Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. O torcedor aguarda os próximos movimentos com expectativa, dividido entre o orgulho pela venda histórica e a preocupação com a sequência da temporada.
Para o torcedor palmeirense, a venda de Allan é um misto de sentimentos. Orgulho por ver mais um jogador da base valorizado internacionalmente e negociado em cifras históricas. Ao mesmo tempo, apreensão pela perda de um titular em momento decisivo da temporada. A confiança está em Abel Ferreira e na diretoria, que precisam mostrar capacidade de reorganizar o elenco sem perder competitividade.
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