Gabriel Jesus e Lucas devem jogar no sábado
(Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
A sequência negativa do Palmeiras no Campeonato Brasileiro fez o time do técnico Marcelo Oliveira se distanciar do G-4 do torneio. Mas nem mesmo o jejum de três rodadas sem vencer na competição e a queda na tabela de classificação desanimam os alviverdes.
Questionado sobre o momento do time, Marcelo Oliveira assumiu que o Verdão vem deixando a desejar, mas garantiu que o objetivo da equipe continua sendo a zona de classificação para a Taça Libertadores da América.
– Perdemos pontos mais atrás para times que estavam na parte de baixo, desesperados, e até recuperamos alguns. O jogo contra o Inter seria complicado, mas foi até mais tranquilo do que pensávamos, e a desatenção fez a diferença.
Trabalhar no Palmeiras é trabalhar pensando em G-4, em coisas grandes. Por mais que a gente lamente o resultado, e saiba que podemos perder posições, temos de estar sempre trabalhando por recuperação. Se encaixarmos três ou quatro vitórias, certamente muda porque oscilação vai ter. A nossa tem sido maior do que esperávamos e do que necessitamos – disse o treinador.
Contra o Internacional, o Verdão teve problemas para escalar a equipe titular. Lucas, Dudu, Gabriel Jesus e Robinho, suspensos, Barrios e Cleiton Xavier, machucados, foram desfalques. Depois de atuar 90 minutos contra o Corinthians, no domingo, Arouca foi preservado e permaneceu em São Paulo treinando na Academia de Futebol.
No próximo sábado, o Palmeiras deve ter contra o Figueirense os ganhar os reforços de Lucas, Arouca, Robinho e Gabriel Jesus.
– Eu não resolvi poupar, não (o Arouca). É o jogador que estava com um incômodo, não tem contusão, e o departamento médico achou por bem deixá-lo fora. Ele certamente vai voltar, e voltam os que estão suspensos. Vamos armar um time ofensivo como sempre, para eliminar de vez os descuidos – afirmou o comandante.
Na lateral esquerda, Marcelo Oliveira optou pela entrada de João Paulo entre os titulares – Egídio voltou a ser relacionado, mas ficou entre os suplentes. O treinador cobra um melhor desempenho defensivo do ex-titular para dar nova chance ao atleta.
– Sou técnico e resolvo com a minha convicção. Egídio vinha atacando bastante, mas marcando pouco. Por isso tivemos de tirá-lo no intervalo. Tenho extrema confiança nele, trabalhei com ele dois anos no Cruzeiro, e estamos trabalhando para ele voltar com a cabeça boa, marcando um pouco mais, fazendo o que ele sabe fazer, atacar – declarou.
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