Santos de bonito contragolpe e Palmeiras do gigante Prass decidem a Copa do Brasil

29/10/2015 15:29

Santos de bonito contragolpe e Palmeiras do gigante Prass decidem a Copa do Brasil

Santos de bonito contragolpe e Palmeiras do gigante Prass decidem a Copa do Brasil

A Copa do Brasil terá uma final paulista pela primeira vez. Segunda decisão entre Santos e Palmeiras em 2015, desempate entre os 2 maiores campeões de Brasileiros, 8 títulos cada.



O contragolpe poderoso e bonito futebol do Santos mereceu passar. O time de Dorival Jr mostrou futebol estético na primeira etapa: Marquinhos, Gabriel e Ricardo Oliveira davam alternativas para que Lucas Lima brilhasse nos passes em velocidade. A equipe encurta o campo e sai com tanta velocidade que deixa o adversário desnorteado. O primeiro dos 3 gols mostram bem:







Dorival tentou atacar com Ganso como segundo volante numa espécie de 4-2-3-1, mas o São Paulo inexiste como coletivo. No agregado, 6x2 para o Santos, que marca de forma compacta, ataca com muita velocidade e vem empilhando exibições de primeira na Vila. Se o Corinthians é o melhor time, o Santos é o melhor futebol. Ou pelo menos o mais bonito.





A intensidade e o “espírito de superação” do Palmeiras precisou do gigante Fernando Prass nos pênaltis, mas melhorou. Começando por Matheus Salles (ponto para Marcelo Oliveira), que deu mais alternativa na tão defeituosa saída de bola, e terminando pela intensidade: o primeiro gol nasceu da antecipação de Lucas, ganhando a segunda bola e não deixando o Flu respirar na jogada.





Os melhores jogos de Marcelo Oliveira no Verdão foram assim: time unido lá atrás, marcando junto, e procurando a velocidade de Dudu e Jesus na frente. Foi assim no primeiro tempo - Robinho partindo da direita para armar o jogo e Dudu pelo centro, com espaço para carregar a bola. Parecido com Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro em 2013 e 2014.





O ritmo verde caiu muito no segundo tempo, e aqueles velhos problemas apareceram: muito chutão - ao todo foram 58 lançamentos - e marcação desorganizada, como no gol que obrigou os pênaltis: Dudu erra o passe e Zé não volta, gerando um efeito-dominó na defesa: Vitor Hugo vai cobrir o lado, Amaral vem proteger a zaga, Dudu corre pra ajudar e a lógica: é muito mais provável um meia jovem como Gérson driblar um zagueiro do que ele desarmar.





Essa ~marcação individual~ é o problema? Não, se tiver intensidade e jogadores em boa fase técnica. O Palmeiras passa por méritos próprios, mas o futebol é pobre. Já o Santos não só passa com mérito, mas passa com um jogo que agrada uma torcida que exige ofensividade.



Nos 100 anos do confronto, nada melhor que decidir um campeonato nacional, como tanto fizeram na década de 1960.


7200 visitas - Fonte: Globo Esporte

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