Em 18 clássicos estaduais, Gabriel Jesus ainda não balançou as redes
Maior xodó da torcida do Palmeiras, Gabriel Jesus inicia na Vila Belmiro o processo de despedida do clube alviverde. A pouco mais de um mês de se transferir para o Manchester City, a principal revelação da Academia de Futebol dos últimos anos luta para acabar uma marca negativa: o jejum em clássicos contra os rivais paulistas.
A última chance de Jesus ocorrerá neste sábado, a partir das 19h30 (de Brasília), contra o Santos, na Vila Belmiro, em duelo válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mais do que se aproximar do título, o jogo no litoral de São Paulo, para Jesus, vale como resposta.
Para desencantar na despedida dos clássicos antes da mudança para o futebol inglês, Gabriel Jesus contará com o desafio de encarar a melhor defesa do Campeonato Brasileiro.
Ao lado do Atlético-PR, o Santos sofreu apenas 28 gols na competição; resta, no ato final diante dos maiores rivais do clube de Palestra Itália, o atacante quebrar mais esta barreira para afastar o incômodo jejum.
Durante as duas temporadas como profissional do Palmeiras, Gabriel Jesus disputou 18 partidas contra os grandes rivais estaduais. O Santos, adversário da 'despedida' dos duelos paulistas, aparece justamente como o adversário mais comum, com oito encontros.
Foram quatro partidas diante do arquirrival Corinthians; o São Paulo, por outro lado, enfrentou Gabriel Jesus em seis oportunidades. Apesar do jejum de gols da estrela palmeirense, ambos os rivais da capital possuem um retrospecto extremamente negativo quando encararam o atacante.
Contra o Corinthians, Gabriel Jesus participou de duas vitórias e dois empate; uma destas igualdades terminou em classificação palmeirense à final do Campeonato Paulista de 2015, em plena Arena corintiana.
Diante do São Paulo, com o centroavante, o Palmeiras venceu quatro partidas, empatou uma e acabou derrotado por 1 a 0 no primeiro turno deste Campeonato Brasileiro.
Em contrapartida a corintianos e são-paulinos, os santistas proporcionaram um maior equilíbrio nos clássicos. Nas oito partidas disputadas, três vitórias para cada lado e dois empates com a presença do camisa 9 da seleção brasileira comandada por Tite.
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Ainda bem que já o venderam
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JA TA NA HORA NE GABRIEL JESUS MARCA GOL FAZ TEMPIM Q NAO MARCA BORA VERDAOO COMER SARDINHAA