Ele se dá bem com WTorre, Crefisa e Mustafá: conheça o novo presidente do Palmeiras

26/11/2016 08:39

Ele se dá bem com WTorre, Crefisa e Mustafá: conheça o novo presidente do Palmeiras

Ele se dá bem com WTorre, Crefisa e Mustafá: conheça o novo presidente do Palmeiras

Maurício Galiotte será eleito novo presidente do Palmeiras





Neste sábado, o Palmeiras realiza sua eleição presidencial para o biênio 2017-2018, com a votação ocorrendo entre 10h e 19h (horário de Brasília), na sede do time.



O resultado, porém, já é conhecido: o novo mandatário do clube e sucessor de Paulo Nobre será Maurício Galiotte, atual vice de Nobre, que integra chapa única ao lado dos vices Genaro Marino Neto, Antonino Jesse Ribeiro, Victor Fruges e José Carlos Tomaselli. Ele será o 39º presidente eleito da centenária história palestrina.



Apesar de ser aliado de Nobre, a escolha de Galiotte teve "rejeição zero" e agradou até mesmo aos oposicionistas, já que o empresário de 47 anos tem perfil conciliador, o que agrada a todos no Palestra Itália - até mesmo opositores ferrenhos, como o ex-cartola Wlademir Pescarmona.



Mais importante do que isso: Maurício também foi aprovado por Mustafá Contursi, ex-presidente do Palmeiras e uma das mais podersas vozes da equipe palestrina. Ter a "benção" de Mustafá, aliás, é considerado essencial para quem quiser fazer uma gestão tranquila no Palestra Itália.



O futuro mandatário alviverde também é bem relacionado tanto com a WTorre, administradora do Allianz Parque, e com os patrocinadores palmeirenses, a Crefisa e a FAM, que são comandados pelo casal José Roberto Lamacchia e Leila Mejdalani Pereira. Todos já viveram (muitos) períodos difíceis com a gestão de hoje, mas veem Galiotte como um melhor negociador e mais suave no trato do que Nobre.



Foi Galiotte, aliás, quem contornou a situação mais complicada que Palmeiras e Crefisa passaram, quando a camisa da equipe passou a expor a marca do programa de sócio-torcedor Avanti, o que a operadora de crédito considerou uma "promoção ilegal", já que, no acordo firmado com a equipe alviverde, ela deve ser a única logomarca.



Devido a esse episódio, a Crefisa chegou a parar de depositar o dinheiro do patrocínio palmeirense. Quem resolveu a briga foi Galiotte, considerado um "diplomata" pelos envolvidos na história, já que fez o casal Lamacchia e Nobre voltarem a se entender.



Portanto, o atual vice deve ser eleito sem problemas, já que precisa apenas ultrapassar 50% dos votos dos sócios palmeirenses (cerca de 9 mil sócios estão aptos a votar), o que deve ocorrer sem problemas neste sábado. Com isso, assumirá o trono ocupado no momento por Paulo Nobre no dia 15 de dezembro.



De origem italiana, Maurício Galiotte é sócio do Palmeiras desde 1978 e chegou a jogar nas categorias de base do clube, tanto no futebol quanto no futsal, entre 1979 e 1987.



O futuro mandatário é formado em Administração de Empresas é dono de uma fábrica de chave e fechaduras localizada em Barueri, cidade de grande São Paulo.



O empresário faz parte da política do clube desde 2001, quando foi eleito como suplente para o Conselho Deliberativo. Três anos depois, assumiu o cargo de conselheiro efetivo na gestão de Mustafá Contursi. Também participou dos mandatos de Affonso Della Monica e de Luiz Gonzaga Belluzo. Desde 2013, é vice-presidente e braço direito de Nobre.



Apesar de só assumir efetivamente no meio de dezembro, Galiotte já é diretamente consultado sobre possíveis contratações para 2017. Assim que tomar posse, o mandatário já terá duas importantes missões: negociar as renovações de contrato do diretor de futebol Alexandre Mattos e do técnico Cuca - os vínculos acabam em 31 de dezembro.



Parte da atual gestão, acredita-se que Galiotte representará uma continuidade da gestão de Paulo Nobre, mas com uma postura mais austera. Dentro do clube, inclusive, fala-se sobre a possibilidade de Nobre continuar participando das tomadas de decisão do clube, principalamente sobre reforços e questões administrativas.



Com a chapa única, o Palmeiras deve ter sua primeira eleição tranquila em anos, já que os últimos pleitos foram todos apertados e decididos voto a voto - e com confusão.



Em novembro de 2014, por exemplo, Paulo Nobre foi reeleito presidente batendo Wlademir Pescarmona (que contava com apoio de nomes como Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente alviverde, e Aldo Rebelo, ex-ministro do Esporte) por 2.421 votos a 1.611 - foi a primeira vez que os sócios do clube tiveram direito a voto na história.



Descontentes com resultados, apoiadores do candidato da oposição tentaram invadir o local da apuração, na sede social do clube, mas foram contidos pela Polícia Militar.



Antes da reeleição, Paulo Nobre também teve que suar para conseguir ser escolhido mandatário do Palmeiras pela primeira vez. Em janeiro de 2013, ele bateu seu adversário, o economista Décio Perin, por apenas 153 votos a 106.



Os pleitos anteriores também foram apertados. Em janeiro de 2011, Arnaldo Tirone teve 158 votos contra 96 de Paulo Nobre e 21 de Salvador Hugo Palaia; em janeiro de 2009, Luiz Gonzaga Belluzzo bateu Roberto Frizzo por 145 a 123; por fim, em janeiro de 2007, Afonso Della Monica superou Roberto Frizzo por 157 a 125.



A última vez que uma eleição palmeirense foi "barbada" ocorreu em 2004, quando Afonso Della Monica foi eleito presidente pela primeira vez, "goleando" o rival Seraphim Del Grande por 201 a 40 - diferença gritante de 161 votos.



Della Monica, aliás, era o indicado de Mustafá Contursi, que deixava o comando do Palmeiras após 12 anos de presidência, e foi eleito sem qualquer dificuldade. Prova da influência "atemporal" do "todo-poderoso" cartola nas eleições alviverdes.



Realizada no dia 26 de novembro, as eleições no Palmeiras serão realizadas no ginásio do Allianz Parque. Apenas os sócios titulares com mais de três anos de clube, que estejam adimplentes e possuam ao menos 18 anos de idade podem votar.



Como a chapa de Galiotte concorre sozinha, a única possibilidade de ele não ser eleito é caso mais de 50% dos votos sejam brancos ou nulos. Nesse cenário, a eleição será anulada e outra Assembleia Geral será convocada nas 48 horas seguintes para a formação, em 15 dias, de novo pleito com a mesma chapa.



Na hipótese de, ainda assim, Galiotte não conquistar a maioria dos votos, novas chapas seriam escolhidas.




10095 visitas - Fonte: ESPN

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Boa sorte e que sua gestão seja repleta de glórias e conquistas.

rodolfo 171

PÔ... ESSE CARA PODERIA SER INDICADO PARA SER PAPA, DE TÃO BONZINHO QUE É... RS

Mustafá não some com esse cara do palmeiras

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