Quatro anos passados, e uma realidade oposta à encontrada lá atrás. Assim, Paulo Nobre encerra a passagem de quatro anos como presidente do Palmeiras. Do quase rebaixamento no ano do centenário, passando por 79 contratações e dois títulos nacionais (Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro). Neste período, a tradicional oposição palmeirense reduziu, quase desapareceu.
O próprio Paulo Nobre termina a gestão sem uma referência contraditória dentro do Conselho Deliberativo. A pressão diante do mandatário, nos últimos 18 meses, inexistiu. Os resultados em campo, o aporte financeiro - especialmente com a chegada da Crefisa – e o sucesso do Allianz Parque colaboraram para a paz política rara na Academia de Futebol.
"Vai gerar um pouco de polêmica isso que eu vou falar. A maior dificuldade que eu senti nesses quatro anos foi presidir o Palmeiras sem uma oposição. É muito complicado quando o gestor não tem um contraponto; digo um contraponto de pessoas inteligentes, de pessoas construtivas, de pessoas que observam o que está errado e eventualmente oferecem soluções", declarou o presidente, em entrevista concedida ao UOL Esporte.
"Eu me senti, junto com meu grupo, muito no vazio. Presidir sem um contraponto. Não ter tido oposição. Eu não entendo como oposição meia-dúzia de pessoas que não sabem fazer um O com um copo. Eu estou falando de oposição de verdade, que você respeita, que você fala 'se eu não estivesse aqui, eles poderiam estar no meu lugar e poderiam estar fazendo alguma coisa de fato'", acrescentou.
'Isso me dá asco'
A falta de oposição, no entanto, não significa um Palmeiras pacificado. Pelo menos na visão de Paulo Nobre, que se incomoda com a 'meia-dúzia' contrária à gestão. O mandatário reclama da 'torcida contra' nos últimos quatro anos e questiona a tentativa de uma candidatura contrária ao braço-direito Maurício Galiotte, que assume a cadeira na sexta-feira.
"Quando no momento difícil precisávamos de união, infelizmente muitas pessoas torceram contra. Isso para mim é inadmissível. Como alguém pode torcer contra o próprio clube? Isso me dá asco", reclamou Paulo Nobre.
"Apesar de ser um grande otimista, não vejo uma paz política. Vejo meia-dúzia que gritava muito sem a menor consistência. Tentaram fazer uma oposição sem a menor inteligência; eles foram extremamente predadores ao clube", atacou o quase ex-presidente palmeirense.
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Infelizmente o Palmeiras sempre padeceu desse mal, com um bando de incompetentes querendo saquear o clube a qualquer custo. É preciso limpar esta escória que está alojada no clube à décadas. O Paulo Nobre conseguiu afasta los por um tempo mas o importante é limpar o clube de vez desses parasitas para continuar o processo de uma gestão profissional e moderna levando o clube à patamares de primeiro mundo.
melhor administracao dos ultimos tempos do palmeiras senao for q melhor se todas.,.,parabens paulo nobre....exemplo de gestao....
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