Em um mês, Nobre é tratado no Conselho como principal opositor no Palmeiras

17/1/2017 13:53

Em um mês, Nobre é tratado no Conselho como principal opositor no Palmeiras

Em um mês, Nobre é tratado no Conselho como principal opositor no Palmeiras

Paulo Nobre e Cuca conversam com Maurício Galiotte, cotado para assumir o Palmeiras após saída do atual presidente



Um mês depois de deixar o comando do Palmeiras, Paulo Nobre já é tratado como o principal opositor de Maurício Galiotte pela maioria dos membros do Conselho Deliberativo. O rompimento com o ex-mandatário, no entanto, ainda não tira a governabilidade do atual presidente.



Isso porque Nobre tem recebido duras críticas por ter demorado a agir no chamado "caso Crefisa". É esse o argumento que tem segurado a base de sustentação política de Galiotte.



Nobre saberia da suposta irregularidade na candidatura de Leila Pereira, dona da patrocinadora, muito antes de deixar o comando, mas optou por tentar impugnar a candidatura dela ao Conselho como último ato de gestão, deixando a "bomba" nas mãos de Galiotte.



Nobre ainda teria postergado a tentativa de impugnação para evitar problemas políticos e financeiros. Se tomasse a atitude enquanto presidente, perderia totalmente o apoio de Mustafá Contursi. O ex-presidente dos anos 1990 é padrinho de candidatura de Leila e ainda é líder do maior grupo de conselheiros, sem contar a influência que tem no COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).



Financeiramente, o Palmeiras ainda correria o risco de perder o importante aporte financeiro, que pode chegar perto da casa dos R$ 100 milhões em 2017.

É isso o que informam conselheiros de diferentes grupos políticos. A reportagem conversou com pessoas da UVB, grupo liderado por Wlademir Pescarmona, do Palmeiras Forte, de Mustafá Contursi, e até mesmo de conselheiros que começam a estreitar os laços com Galiotte.



Nobre tem adotado a postura de não comentar a polêmica. Seus aliados também evitam admitir até mesmo o rompimento. Galiotte não quis dar declarações públicas.



Há ainda outros pontos de divergência, como mostrou a Folha de S. Paulo. Nobre gostaria de ter se tornado homem forte do futebol ao deixar a presidência, mas foi vetado. Galiotte alegou que o veto aconteceria a qualquer um que não é profissional, mantendo a política que deu certo nos últimos dois anos, com apenas Alexandre Mattos mexendo no futebol.



Apesar do rompimento meramente político com o antecessor, Mauricio Galiotte ainda trabalha com diretores da Era Nobre. Dentro do executivo, por exemplo, Genaro Marino (1º vice), Antonino Jesse Ribeiro (2º vice) e Victor Fruges (3º vice) são remanescentes das duas gestões passadas.


16833 visitas - Fonte: UOL

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É muita coisa plantada pela imprensa essas notícias ai. Não dou credibilidade estão tentando desestabilizar o Palmeiras como fizeram quando começaram com aquela história de cucabol. É puro flamenguista, corintiano e sãopaulino que tá escrevendo essas coisas.

Parabéns Galiotte! Ótima atitude!
Bem feita a reportagem, mostrando que o Nobre era apoido pelo Mustafá, quando presidente!
Tenho certeza que o Galliote, juntamente com a Leila patrocinando, farão o Palmeiras voar, só não esqueçam de investir na base!
Vamos Palmeiras!

Tem de mandar matar o galiote. Nobre nunca se esqueça, tudo que o verdao ganhar nos próximos 10 anos é fruto do seu trabalho. Não são esses cretinismo opositores que vai tirar seus méritos.

O Paulo fez tudo para levantar o Palmeiras e agora é o safado do Mustafá que está levando a fama já esqueceu que ele afundou o verdão

nobre lemvatou o verdao 100milhoes ele emprestou pro Palmeiras se levanta........e comerca a ganha titulos

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