Mesmo sem contrato, Crefisa continuará com marca na camisa do Palmeiras

18/1/2017 13:52

Mesmo sem contrato, Crefisa continuará com marca na camisa do Palmeiras

Mesmo sem contrato, Crefisa continuará com marca na camisa do Palmeiras

Marcas do patrocinador na apresentação de Felipe Melo (Crédito: Reprodução ESPN)



O contrato de patrocínio do Palmeiras com a Crefisa termina no próximo sábado, dia 21, mas a marca da empresa, que também anuncia a FAM, a faculdade do grupo, continuará a aparecer na camisa do time nos primeiros jogos da temporada e nos espaços reservados ao principal parceiro, como os backdrops de entrevistas.



No sábado, por exemplo, o Palmeiras enfrentará a Chapecoense, em Santa Catarina, em jogo que vai reverter a renda para o time catarinense. Será a primeira partida da Chape depois do acidente aéreo que matou jogadores, membros da comissão técnica e diretores, além de convidados e jornalistas, em novembro, e terá transmissão pela Globo para todo o Brasil.



No atual contrato há uma cláusula que permite, por 30 dias após seu término, as tratativas de renovação com exclusividade para as partes. E nesse período o patrocínio, caso haja comum acordo das partes (o que houve), é estendido.



A renovação já está acertada entre as diretorias de Palmeiras e Crefisa, mas será assinada somente após 11 de fevereiro. Neste dia ocorre a eleição para renovar parte do Conselho Deliberativo do Palmeiras, e o casal dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, foram inscritos em uma das chapas — são 76 vagas e 15 suplentes, para um mandato de quatro anos.



A assinatura ficar somente para depois dessa eleição foi sugestão para que, caso Lamacchia e Pereira sejam eleitos, não fique parecendo que venceram somente porque renovaram o acordo. O casal acabou entrando em conflito com o ex-presidente Paulo Nobre, no término do mandato, ao final de 2016.



Foi questionado se Leila Pereira poderia participar da eleição, já que argumenta-se que ela ficou sócia do clube em 2015, e seriam necessários oito anos para concorrer ao Conselho. Por outro lado, o ex-presidente Mustafá Contursi teria concedido um título benemérito a Pereira em 1996, o que a deixaria em condições.



O atual presidente, Mauricio Galiotte, tem melhor relação com a Crefisa, e este foi um dos motivos do afastamento dele e de Nobre, nos últimos dias. A empresa desembolsou mais de R$ 80 milhões no atual contrato, contando o pagamento do salário de jogadores.


76599 visitas - Fonte: Blog do Marcel Rizzo

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