A CBF deixou claro que só pretende implantar a tecnologia se os clubes pagarem por isso. A estimativa é que cada agremiação teria que desembolsar R$ 1 milhão para bancar o árbitro de vídeo em todos os 380 jogos do Campeonato Brasileiro.
As decisões do Conselho Técnico são exclusivas dos clubes – a CBF media a reunião, mas não interfere nas medidas definidas pelos cartolas dos times.
Foi assim no ano passado, quando se decidiu que os clubes não poderiam mandar jogos do Brasileirão fora de seus estados de origem. A CBF preferia que estádios da Copa do Mundo como o Mané Garrincha (Brasília) e a Arena Pantanal (Cuiabá) recebessem partidas da Série A.
Esse ponto do regulamento deve voltar a ser discutido nesta segunda-feira. O Flamengo, por exemplo, entende que o veto só valeu para 2017. O clube pretende jogar algumas partidas do Brasileirão fora do Rio de Janeiro.
Outro ponto a ser votado na reunião será o uso de grama sintética – como a que existe no estádio Arena da Baixada, do Atlético-PR. Na reunião do ano passado, decidiu-se que a grama sintética seria proibida a partir de 2018, mas tudo indica que o veto deve cair.
2826 visitas - Fonte: Globo Esporte
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