O clássico de sábado contra o arquirrival Corinthians não deixa de ser mais um teste, porém. Mas, antes do duelo em Itaquera, cabe listar o que a equipe de Roger Machado já encarou e demonstrou até aqui.
Armado para jogar no 4-1-4-1, com Felipe Melo como volante entre as duas linhas de quatro, o time soube se adaptar quando foi preciso mudar seu desenho. Em Campinas, sem o camisa 30, Tchê Tchê baixou para jogar ao lado de Thiago Santos no 4-2-3-1:
Já havia ocorrido isso na vitória sobre o Mirassol, quando Roger notou que o adversário do interior, que atuava com um falso 9, e não uma referência dentro da área, tinha superioridade entre as linhas.
A "saída de três" (com dois zagueiros abertos e um volante recuado) foi muito utilizada pelo Palmeiras nos primeiros jogos, especialmente naqueles em que o rival dava terreno e se armava para contra-atacar. Mas ela não foi a única. Nas oportunidades em que recebeu marcação alta, inclusive de times de menor expressão, a equipe mostrou repertório para sair jogando com ajuda dos laterais.
Exceção feita ao empate contra a Ponte Preta, o Palmeiras balançou a rede em todos os jogos. Em seis deles, foi quem abriu o placar. Mesmo assim, teve um teste ao sair em desvantagem contra o RB Brasil, em sua arena. Soube lidar bem com a pressão do resultado e buscou a virada, com direito a uma defesa de pênalti de Jailson.
"Clássico é clássico". No único disputado até o momento, diante do Santos, deu Palmeiras. Na ocasião, a equipe de Roger controlou o jogo e não se arriscou à toa, diminuindo as chances de ter sua defesa desprotegida. O único gol rival saiu após uma bola parada.
Falso 9 e jogo de contato. Não é o que Roger pensa para o elenco técnico que tem em mãos. Mas foi a alternativa que sobrou no último domingo, quando não tinha nem Borja nem Deyverson à disposição e escalou Willian como jogador mais avançado. Não foi um grande jogo, até por conta da condição do campo, mas um bom "ensaio".
Isso posto, é fato que Palmeiras x Corinthians é um teste à parte. Como o treinador admitiu ainda em Campinas, um clássico que deixa qualquer um ansioso. Acrescente um ingrediente importante: em Itaquera, pode ser a primeira vez que sua equipe não terá necessariamente a obrigação, a estratégia e as condições ideais de propor o jogo.
– Enquanto não tínhamos jogado clássico, era teste mais forte. Agora é outro clássico, outro teste importante, teste forte. Clássico que todos querem jogar. Como treinador, eu também – disse Roger.
8472 visitas - Fonte: Globo Esporte
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