“Eu sou do tempo que a torcida era meio a meio. Não que eu seja velho, mas tenho que dizer que isso é algo novo e ruim. Sabemos dos eventos que fizeram as autoridades tomarem essa decisão. Espero que em um futuro breve isso seja revisto e, se isso acontecer, que mostre que se pode viver bem, sem que se perda a essência do espetáculo, mas a motivação (para o jogo) continua a mesma”, declarou o técnico de 42 anos.
“A medida que vai chegando mais perto, a ansiedade vai cedendo. Vai cedendo espaço para a condição do trabalho na semana. Dá tempo de você absorver. A ansiedade fica muito em conta do que você planeja para a semana. Do ponto de vista da estreia no clássico, fica um frio na barriga, faz parte de tudo”.
Além disso, Roger Machado não se mostrou um adepto da provocação feita por parte dos jogadores. Para o treinador palestrino, é preciso mostrar respeito ao seu adversário e traduzir isso em uma boa partida dentro de campo.
“Acho que sempre teve. Eu nunca gostei desse tipo de envolvimento, de brincadeira. Dependendo da forma como é feita, pode virar errado. Eu respeito muito o meu adversário. O maior respeito ao adversário é chegar e fazer o que você tem que fazer. Se por vezes tem que fazer torcida única, é por isso também. A brincadeira tem que fazer, mas o torcedor, nós trabalhamos para divertir o torcedor”.
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