Depois do jogo de sábado, vencido por 1 a 0 e que deu a vantagem do empate ao Palmeiras, alguns atletas falaram do ritmo intenso de treinos e jogos que a equipe vem enfrentando nas últimas semanas. Além da sequência, os palmeirenses tiveram que segurar também uma grande pressão do Santos no segundo tempo do último jogo.
– Não é desculpa, mas os jogos contra o Novorizontino foram pesados. Agora vamos descansar para terça-feira. Não tem nada definido. É entrar focado para que a gente consiga sair classificado – disse o zagueiro Antônio Carlos.
– A equipe cansou um pouco até pela forma que estava marcando. É normal pela sequência de jogos. Tem que ser mais inteligente nesse sentido de, quando for agredir, a marcação mesclar bem para não cansar tanto – completou o atacante Willian, auto do gol decisivo do clássico.
No jogo de sábado, Roger Machado fez três substituições: duas por desgaste (saíram Felipe Melo e Bruno Henrique para as entradas de Thiago Santos e Moisés) e uma por lesão (Marcos Rocha sentiu a músculo posterior da coxa esquerda e deu lugar a Tchê Tchê).
– É um desgaste natural da partida. O adversário, com placar adverso, busca. As trocas foram por questões físicas, porque (os jogadores) sentiram a intensidade do jogo que fizeram – avaliou o técnico, que completou:
– Foi um grande jogo, um grande resultado. Agora é focar no descanso para terça-feira.
Ainda sem poder contar com Borja, o Palmeiras iniciará a preparação para o jogo de volta contra o Santos sem saber se poderá contar com Marcos Rocha. A sensação inicial da comissão técnica é de que o lateral-direito não sofreu nada sério. O jogador será reavaliado pelo departamento médico neste domingo, quando e elenco se reapresenta na parte da manhã.
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