O Blog apurou que, nas contas do clube, a WTorre já deve R$ 14 milhões. Segundo o contrato entre as partes, toda vez que o Palmeiras não puder atuar em seu estádio por causa de eventos, a WTorre é obrigada a pagar uma multa equivalente à metade da renda bruta do jogo.
Na terça-feira, por exemplo, os 34.743 pagantes que estiveram no Pacaembu garantiram uma arrecadação total de R$ 1.327.610,00. Ou seja, a construtora teria de depositar pouco mais de R$ 663 mil ao Verdão. Nem essa multa, nem todas as outras desde a inauguração do Allianz, foram repassadas, totalizando R$ 14 milhões.
Mas as partes já haviam passado a se olhar diferente antes do aumento da dívida. Os problemas começaram 15 dias atrás, quando a construtora emitiu nota acusando o Palmeiras de não se esforçar para mudar a data da partida contra o Novorizontino, o que inviabilizaria sua realização no Allianz – havia um evento para cinco mil convidados do Banco do Brasil na terça-feira (20/03).
O Verdão não respondeu aos ataques de maneira pública. Internamente, o presidente Maurício Galiotte explicou aos mais próximos que foi a Globo quem determinou as datas e horários das quartas de final. Porém, a PM cobrou mudanças na tabela em nome da segurança e o Palmeiras teve seu jogo adiado para quarta, permitindo que o time de Roger Machado jogasse em casa.
Nesta semana, no entanto, um outro evento impediu o duelo com o Santos de ser realizado no Allianz. O Palmeiras também não fez qualquer manifestação oficial, mas lamentou a impossibilidade. Curiosamente, não houve qualquer comunicado da construtora desta vez.
11628 visitas - Fonte: Blog do Jorge Nicola
se não cobrar, essa construtora vai continuar querendo fazer shows todas as semanas. Tem que parar com essa palhaçada e definir um limite de shows por ano.
acordo e pra quem não tem dinheiro para pagar volta Paulo Nobre você foi o único que defende o palmeiras.
Finalmente alguém passou a olhar pelo Palmeiras. Tem que cobrar sim e ainda montar uma forma de prever as datas possiveis de jogos nas fases finais e final.
porque as partes não entram em um acordo