Segundo Marcos Marinho, chefe dos árbitros da confederação brasileira, é comum que enquanto um processo corre em um tribunal desportivo um árbitro seja afastado temporariamente, até que a investigação esteja concluída. Nesta sexta (4), o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) de São Paulo rejeitou o pedido do Palmeiras de impugnação da decisão do Paulistão, dando sequência ao caso que já havia tido o arquivamento do inquérito que apurava se houve interferência externa em lance de pênalti favorável ao Palmeiras no jogo.
A decisão desta sexta encerra qualquer possibilidade de julgamento no tribunal paulista, e o Palmeiras deve agora recorrer ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). Com isso, segundo Marinho, a tendência é que Marcelo Aparecido de Souza, que depôs em audiência no caso como testemunha, volte às escalas.
''Quando, por exemplo, há algum erro de preenchimento de súmula, o STJD abre investigação para ver o que ocorreu, e deixamos esse árbitro afastado até que se tenha uma definição. É algo comum. No caso do Marcelo, se recebermos o comunicado de que o caso está encerrado, ele volta'', disse Marinho.
Os quatro companheiros de arbitragem de Souza naquela partida também ficaram fora das primeiras rodadas do Brasileiro, mas pela primeira vez vão trabalhar, na rodada deste próximo final de semana. Os auxiliares Anderson Moraes Coelho e Daniel Paulo Ziolli estarão nesses postos no jogo Náutico x Confiança, no Recife, neste sábado (5), pela Série C.
Adriano de Assis Miranda, o quarto árbitro da final do Paulista que foi o pivô da confusão ao comunicar a Marcelo Aparecido de Souza que avaliou não ter sido pênalti de Ralf em Dudu, será o árbitro assistente auxiliar 1 (que fica atrás do gol) em Cruzeiro x Botafogo, no Mineirão, domingo (6), pela Série A. Já Alberto Poletto Masseira, quinto árbitro no clássico de 8 de abril e que também aparece na confusão ao correr para o aglomerado de jogadores que se formou após a marcação do pênalti ser anulada, será o quarto árbitro em Vasco x América-MG, neste sábado (5), pela Série A.
Diferentemente de Marcelo Aparecido de Souza, que não esteve em nenhuma partida desde a final do Paulistão, o quarteto apareceu como auxiliar em alguns jogos do Campeonato Brasileiro Feminino, organizado pela CBF. Nessas partidas, porém, normalmente são escalados juízes em início de carreira, perfil diferente dos profissionais que estiveram na decisão do Estadual paulista, mais experientes.
Em 2017, Marcelo Aparecido trabalhou em 14 jogos da Série A, quase 40% das rodadas da competição, quatro da Série B e dois da Série C. Com 45 anos, é um dos mais experientes do quadro da Federação Paulista de Futebol e da CBF. O blog não conseguiu contato com o árbitro.
4071 visitas - Fonte: Blog do Marcel Rizzo
Costa quente? Quem manda na arbitragem na CBF é aquele lixo do Coronel Marinho, esqueceram? Ele faz parte da máfia do apito na qual faz parte esse ladrão desse Marcelo Aparecido, Andrés Sanchez, Delegado ,
VOCÊ QUE ESTÁ CANSADO DE TER POUCA PROGRAMAÇÃO DE TVV ASSSINATURA E NÃO CONCORDA COM OS VALORES COBRADOS
FAÇO LIBERAÇÃO E DIMINUÍMOS O VALOR DA CONTA
PARA TODO BRASIL
WHATZSAP 11962751796
esses caras tem costa quente... os favorecidos são responsáveis em liberar o Árbitro Gambá
esses cara tem a costa quente...
44988084329
filho da puta nunk mais pod apita um jogo do verdao