A discussão toda gira em torno da exigência de que o pedido de impugnação de uma partida seja feito, no máximo, até dois dias depois da publicação da súmula da mesma. A súmula da final do Paulista foi publicada às 21h25 do fia 8 de abril; às 21h22 do dia 10, menos de 48h depois, o Palmeiras protocolou documento no TJD pedindo duas coisas.
Primeiro, a instauração de inquérito para investigar o caso, já adotando a interpretação de que as investigações interromperiam o prazo para entrar com a impugnação. Além disso, alternativamente, caso o tribunal entendesse que o inquérito não paralisava o prazo, o Palmeiras pedia desde já a impugnação do jogo.
A petição foi analisada e considerada válida pelo TJD, que determinou a abertura de inquérito, teoricamente atendendo ao primeiro pedido. O alviverde, depois de encerradas as investigações, entrou com novo pedido de impugnação, mas o TJD rejeitou argumentando que o inquérito não suspendeu a contagem de prazo e, com isso, o clube teria pedido o direito a entrar com a ação.
A questão é importante porque até agora não houve julgamento sobre a suposta interferência externa. O que ocorreu foi uma abertura de inquérito que colheu depoimentos. Antes de decidir se houve, ou não interferência externa, porém, o TJD optou pelo arquivamento do caso, sem chegar ao julgamento do mérito.
Como a decisão do TJD é um despacho da presidência e não analisa as evidências do caso, não cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva nesse momento, mas apenas ao pleno do tribunal paulista, que reúne todos os auditores. O Palmeiras entrará com essa medida até quarta-feira.
Além disso, o clube paulista também vai acionar diretamente o STJD com uma medida de emergência, chamada mandado de garantia – que é o equivalente a um mandado de segurança na Justiça Comum. Esse pedido se apoiará no argumento de que nenhum prazo foi perdido, e não discute se houve ou não interferência externa na arbitragem do clássico. Ele tem como objetivo apenas fazer com que o TJD tenha de analisar as evidências e julgar o mérito do caso.
Pedido de anexação de imagens foi rejeitado
Ao longo do processo de elaboração de inquérito, o Palmeiras pediu para que o TJD oficiasse emissoras detentoras de direitos de transmissão, mas teve o pedido negado, sob o argumento que atrasaria o andamento do processo. Mesmo com o clube se manifestando de forma expressa e dizendo que preferia a apuração dos fatos à velocidade, o inquérito foi encerrado após cerca de sete dias – um quarto do prazo máximo, que é de 15 prorrogáveis por mais 15.
Além disso, o Palmeiras questiona o fato de o despacho do TJD ter sido tornado público pelo Globoesporte.com e o Sportv, na última sexta-feira, antes que o próprio clube recebesse uma resposta de sua solicitação. Segundo informações palmeirenses, houve um intervalo de cerca de 30 minutos entre a publicação da notícia e a emissão do documento ao clube.
26799 visitas - Fonte: UOL
Essa Globo é uma tv globinho mesmo
tudo bandido comprado por merreca
Isso da a entender , que a intencao desses que julgam os fatos esportivos foje da imparcialidade , pendendo para o lado do favorecimento. Mil vezes CANAAAAAAAAAlHAS.BANDIDOS travestidos de legisladores.Falencia das instituicoes.
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