O pagamento era uma espécie de compromisso do clube que Mauricio Galiotte faria questão de decidir. Esse acontecimento nunca foi deixado de lado pela diretoria, com isso, o atual presidente resolveu o "problema financeiro" que faltava.
No total, foram dois fundos criados pelo clube com recursos do ex-presidente. O primeiro, aprovado em outubro de 2014, previa o pagamento de R$ 104 milhões em dez anos, iniciando em maio de 2015. Ou seja, o valor foi devolvido, corrigido com juros de mercado, sete anos antes do prazo.
Antes do fundo quitado na última sexta-feira, o Verdão já havia encerrado outro débito com Paulo Nobre, em fevereiro do ano passado, que havia chegado ao valor de R$ 41 milhões.
Jogadores como Roger Guedes, Fernando Tobio, Allione e Pablo Mouche, por exemplo, chegaram ao Palmeiras com investimentos de Paulo Nobre.
O ex-presidente, porém, só terá retorno em caso de uma eventual negociação, como ocorreu com Cristaldo, Leandro, Mendieta e Yerry Mina, quando o lucro da operação foi destinado ao Verdão.
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Dívida do Paulo Nobre era pra ser paga em 10 anos. da Crefisa, em 2 anos
Agora deverá quitar a dívida com a patrocinadora pois na mudança de contrato sobrou dívidas para o Clube , e está deverá ser a prioridade do presidente do Palmeiras.