Weverton volta em boa hora ao Maracanã, onde conquistou o maior feito da carreira: o ouro olímpico com a seleção brasileira, em 2016. Nesta quarta-feira, diante do Fluminense, ele fará seu terceiro jogo seguido desde o reinício do Campeonato Brasileiro.
Titular, à frente de Jailson e Fernando Prass. Suas últimas atuações foram muito seguras. Principalmente com as mãos, saindo da meta ou debaixo da trave.
– Para mim, goleiro tem de ser goleiro, tem de ser bom embaixo da trave. Tem de estar ali para fazer boas defesas – disse, sorrindo, na terça-feira, quando questionado sobre o cada vez mais crescente uso dos pés pelos goleiros.
– Depois, se puder ajudar em saída de bola… Se ajudar nesse sentido você se torna mais completo, mas não pode fugir da característica do goleiro.
A resposta de Weverton foi direta. Embora tenha uma boa reposição de bola pelo chão, o goleiro prefere as mãos. Nas pernas, o que chama a atenção são duas tatuagens em referência à Olimpíada. Na esquerda, a medalha que ganhou no Maracanã depois de defender uma cobrança na disputa de pênaltis contra a Alemanha. Na direita, os anéis olímpicos.
Temos que jogar para vencer, como estamos fazendo em todos os jogos. Para as nossas pretensões é importante esse jogo, até para poder encostar de vez no pessoal lá de cima (da tabela de classificação). O Fluminense vem de vitória, vai ser difícil.
O Palmeiras joga contra o Fluminense no Maracanã, nesta quarta-feira às 19h30 (de Brasília)
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