Antes do último jogo contra o Cruzeiro, pela primeira partida da semifinal da Copa do Brasil, Borja e Bruno Henrique tinham sentido lesões e eram dúvida para o duelo. Quando a delegação palmeirense chegou, os dois não entraram com a equipe, despistando os jornalistas sobre a escalação. Mas alguns minutos antes do jogo, foi confirmado que os dois começariam como titulares. Eles teriam entrado por outro lugar, apenas para ludibriar o time adversário.
Contra o Corinthians, jogo em que o Palmeiras venceu por 1 a 0, Felipão fez treinos abertos a imprensa com uma formação recheada de jogadores da base, como Arthur, Papagaio e Gabriel Furtado. Porém, na escalação oficial, o time veio com um time alternativo, mas com jogadores mais experientes.
No jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, contra o Cerro Porteño, partida em que o Palmeiras estava se classificando mesmo perdendo por 1 a 0, no final do jogo o técnico alviverde pediu para que os jogadores segurassem a bola, tendo mais tranquilidade. Por coincidência, os gandulas sumiram por alguns minutos, ganhando tempo para a classificação do time.
Essas táticas pouco convencionais de Felipão não surgiram agora. Em 1996, quando ainda era treinador do Grêmio, o lateral Arce apareceu uma semana antes da decisão do Campeonato Brasileiro contra a Portuguesa com a perna engessada. No dia do jogo, ele foi escalado e ajudou o time a vencer por 3 a 1 e se consagrar campeão.
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