Gramado sintético da arena do Palmeiras passa no primeiro teste: saiba como foi

17/2/2020 09:15

Gramado sintético da arena do Palmeiras passa no primeiro teste: saiba como foi

Jogadores se dividem na escolha do tipo de chuteira e apostam em adaptação com o tempo

Gramado sintético da arena do Palmeiras passa no primeiro teste: saiba como foi

Foto: Tossiro Neto





Passou bem na primeira prova o novo gramado sintético da arena do Palmeiras. Depois de três treinos ao longo da semana, o piso artificial foi verdadeiramente testado na vitória de virada sobre o Mirassol, por 3 a 1, neste domingo. E testado depois de uma forte chuva na zona oeste de São Paulo.







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Chover, aliás, não será problema, segundo a empresa responsável pela instalação da grama. Durante a reforma, o sistema de drenagem, que já era considerado eficiente pelo clube e pela administradora do estádio, ganhou um espaço de 16 centímetros ainda maior para potencializar o escoamento de água.



A diferença é que, ao ser molhado (pela chuva ou pelo sistema de irrigação), esse novo campo faz com que a bola corra com velocidade maior, mudança que foi sentida pelos jogadores.



Para tentar atenuar a desvantagem de não ter tido contato com o piso anteriormente, o elenco do Mirassol subiu do vestiário bem antes do que o habitual e fez todo o trabalho de aquecimento no gramado. Mesmo assim, alguns jogadores escorregaram nos minutos iniciais da partida.



O atacante Rafael Silva, por exemplo, sofreu uma queda sem querer numa disputa de bola com Felipe Melo, aos quatro minutos do primeiro tempo, e levou cartão amarelo pelo carrinho não intencional.



No elenco do time da casa, houve uma divisão entre os jogadores com relação às chuteiras. Enquanto alguns usaram travas de borracha, como o zagueiro Felipe Melo e o volante Patrick de Paula, outros optaram por travas mistas – caso do goleiro Weverton, que se precaveu por ter escorregado no primeiro treino na arena, na última quarta-feira.



Depois do jogo, os atletas palmeirenses elogiaram o novo gramado. E o técnico Vanderlei Luxemburgo foi ainda mais enfático: afirmou que o campo teve influência na vitória.





Todos concordaram que o gramado ainda está se assentando. As 53 toneladas de termoplástico, material informalmente chamado de "borrachinha" pelos jogadores, vão se acomodar melhor conforme os jogos aconteçam. Elas ainda saltam muito no contato das chuteiras ou da bola. Até por isso, se o passe sai mais reto, o quique da bola ainda é considerado mais fofo.



Com o passar do tempo, também devem ficar menos aparentes as marcas das emendas dos tapetes, perceptíveis para quem vê o jogo de cima, da arquibancada, mas praticamente invisíveis dentro de campo, segundo os jogadores.



O próximo compromisso no campo novo tem data e horário: às 21h30 (de Brasília) de quinta-feira, a equipe treinada por Vanderlei Luxemburgo recebe o Guarani, em jogo da sétima rodada do Paulistão.















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