O principal problema tem sido exatamente a postura do clube colombiano. No momento, a cobrança por US$ 3 milhões (cerca de R$ 13,5 milhões) ainda por conta da venda de Borja é um tema visto pelo Verdão como mais perto de ser contornado. O ponto, no momento, está na importância do jogador para a equipe de Medellín.
Daniel Muñoz, de 23 anos, é capitão e destaque da equipe, com passagens pela seleção do país. O Atlético Nacional acaba de se classificar na Copa Sul-Americana com participação decisiva de Daniel Muñoz: o lateral-direito fez o gol que abriu a vitória por 3 a 0 sobre o Huracan, em casa, na ida, e ajudou no empate por 1 a 1 na volta, na Argentina. Perdê-lo agora está longe dos planos da diretoria colombiana.
Como o Verdão enviou na sexta-feira a sua lista de inscritos na fase de grupos da Libertadores, a insistência por ter o lateral-direito o mais rápido possível perde força. As oitavas de final será disputadas somente a partir de 20 de julho e, caso o Palmeiras se classifique, poderá fazer quatro trocas. Dando tudo certo, Muñoz será uma delas, e há otimismo no clube.
Mesmo com Marcos Rocha e Mayke à disposição - ambos estão machucados no momento -, a vinda de Muñoz é vista como necessária. O jogador já vinha sendo acompanhado pelo clube e agradou ao ser visto de perto no empate por 0 a 0 diante do próprio Palmeiras, na Florida Cup. O lateral-direito tem as características que Luxemburgo gostaria de encontrar em alguém no setor, com velocidade, capacidade defensiva e chegada frequente ao ataque, tal como faz Matías Viña, lateral-esquerdo uruguaio ex-Nacional.
Com um perfil apaziguador, exaltado, inclusive, para contratar Rony em meio a seguidos desentendimentos de seus empresários com o Athletico-PR, o diretor de futebol Anderson Barros foi a Medellín há três semanas e se deparou com a diretoria do Atlético Nacional completamente insatisfeita pela situação de Borja. Mas, a partir do segundo encontro, a conversa andou, e já se constatou que não seria a tempo de ter Muñoz na fase de grupos da Libertadores.
Palmeiras e Atlético Nacional tiveram uma divergência recente, quanto a compra de 30% dos direitos econômicos de Borja por parte do Verdão, dono dos outros 70%. Os colombianos entendiam que, se o centroavante não fosse vendido até agosto de 2019, o Verdão teria de adquirir esta fatia por 3 milhões de dólares (pouco mais de R$ 11 milhões na época).
O clube brasileiro ainda não fez o pagamento, por considerar que não há prazo definido e por ter um acordo verbal para repassar a quantia em caso de uma venda. A diretoria do Atlético Nacional disse que iria levar o caso à Fifa - no momento, Borja está emprestado ao Junior Barranquilla (COL).
Palmeiras, Muñoz, contratação, Atlético Nacional
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Com esse diretor zzzzzzzzzzz
Presidente fraco! Só renovou com o Veiga pq colocou grande sintética na arena, e vamos pagar caro com isso.
Diretor imbecil,nao xonsegue contratar ninguem,fraco demais.Com este time nao ganhamos nada,necessitamos de um lateral direito,um meio de campo armador porque estas duas merdas de Lucas Lixo e Raphael morto Veiga nao dá,e ainda eata diretoria dobra o salario deste merda chinelinhk,ontem andou em campo,alem disto este Luis Adriano nao dá,lento e fraco
No meio do ano já vai ta fora da libertadores com esse futebolsinho alguém dúvida
Time feio se ganhar o paulistinha salva o ano
Mais um pé de rato... Estamos esperando contratações bombásticas e vem o Palmeiras com esses jogadores medíocres. Não aprendeu nada com os diretores do Flamengo que contratam para ter um time vencedor, contratam pelo amor ao clube, contratam para ser o melhor, contratam jogadores de nivel de seleção! O Palmeiras é ridículo contratando Rony por uma fortuna. Porque faturar tanto e não contratar jogadores consagrados, o que há de obscuro no Palmeiras???
No meio do ano não adianta nada!!!!