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Para tomar a decisão da paralisação, a entidade já ouviu alguns times e o sindicato dos jogadores, além das federações. Acabou convencida, por meio de dados estatísticos sobre a evolução da doença, que era melhor para pelo efeito causado por aglomerações em jogos.
"Não (discutimos com clubes a temporada), a decisão é do final de semana. Globo foi avisada formalmente. Haverá uma assembleia de federações nesta semana que poderá se discutir isso", contou o secretário-geral da CBF, Walter Feldman.
A maior dificuldade agora da CBF é não saber qual o período de paralisação dos jogos. A entidade já trabalhar com alternativas. A princípio, não vai estabelecer uma prioridade para o Brasileiro. A questão é justamente saber quantas datas foram perdidas para saber se será possível concluir todas as competições, ou refazer fórmulas.
Na Conmebol, foram feitos já vários estudos sobre diferentes cenários para adaptar a Libertadores e a Copa Sul-Americana. Por enquanto, o que se sabe é que não haverá jogos por três semanas. Nem serão realizados os jogos marcados desta semana, e as outras duas semanas já eram de folga. Mas sabe-se que dificilmente a paralisação será apenas neste período.
Por isso, a Conmebol vai traçar planejamentos para diferentes períodos de paralisação. Todos os dirigentes apontam como cedo definir uma estratégia por essa incerteza.
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