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Esse é só um dos vários problemas dos companheiros de gramados que o meio-campista Tiago Real e seus funcionários têm solucionado ao longo dos últimos tempos.
Aos 31 anos e em atividade pelo Al-Muharraq, do Bahrein, o ex-meia de Palmeiras, Bahia, Ponte Preta e Coritiba ativou a veia empreendedora e montou uma empresa que é uma espécie de "faz tudo" para jogadores de futebol.
"Em 2017, eu estava conversando com um casal de amigos de Curitiba sobre minhas dificuldades e o que eu ouvia dos meus companheiros vestiário. Jogador de futebol está sempre mudando de cidade e precisa de um planejamento financeiro para se organizar no pouco tempo que tem de carreira. Assim, nasceu a ideia de criarmos essa empresa", contou.
A Planner Sports atua em vários segmentos: presta assessoria jurídica para o jogador na hora de assinar contratos, gerencia suas contas, dá treinamento de assessoria de imprensa, negocia seguros, aluga e reforma imóveis, compra passagens aéreas e até matricula as crianças nas escolas.
Mas esses são apenas seus serviços normais, já previstos nos diferentes planos que a empresa oferece. Só que os mais de 230 clientes que já recorreram a Tiago Real e sua sócia de vez em quando fazem pedidos inéditos... e bastante diferenciados.
"Um cliente queria que a gente alugasse uma ilha deserta por cinco dias para passar o fim de semana com a esposa. Eu nem sabia que isso existia, mas descobrimos outra empresa que oferece esse serviço e conseguimos atendê-lo", relembra.
"Outra vez, um jogador saiu de campo com a vitória e ficou tão feliz que decidiu que queria organizar um churrasco para o dia seguinte. Em três horas, locamos uma chácara, contratamos o pessoal para cozinhar e arrumamos recreados para um espaço infantil", relembra.
Uma curiosidade é que, apesar de os jogadores serem os clientes da empresa de Tiago Real, eles não pagam pelo serviço. Todo o faturamento vem das comissões que eles recebem das companhias parceiras pelas indicações de serviço.
Mesmo com os negócios para um pós-carreira já bastante encaminhados, o meia ainda está longe de pensar em aposentadoria.
Vice-líder da primeira divisão do Bahrein em seu primeiro ano atuando no exterior, ele espera que a passagem pelo Oriente Médio lhe renda um contrato ainda melhor na Ásia ou, até mesmo, a chance de defender uma seleção.
"Como já tenho 31 anos e precisaria ficar mais quatro por aqui para poder jogar pela seleção local, acho que é uma possibilidade difícil. Mas já conversamos sim sobre a possibilidade de obter a nova cidadania. Por enquanto, é só uma conversa inicial. Talvez seja complicado, mas não é uma porta fechada", confessou.
Ao contrário do que acontece na maior parte do mundo, a bola ainda não parou no Bahrein em virtude da pandemia de coronavírus. Com isso, o Al-Muharraq jogou normalmente na última sexta-feira, quando venceu o Al-Shabab por 1 a 0.
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O Lularapio cachaceiro, a prefeitura. Como pagar ninguém quer saber. Ou o que fazer dos pés de rato. Taí a sugestão pro desempregado do Oriente Medio.
a Caixa, a Odebrecht,
Sem criar raiz. Tem uma atividade nova promissora : auxiliar o técnico dos Gambás, descobrir como os Gambás vão pagar as contas ou descobrir quem é o dono do estadio, Caixa, a Identidade
Ainda bem que se encontrou no Oriente Medio pq por aki passou por uns 47 times