Hoje, na reunião da Comissão Nacional de Clubes, vai se discutir direitos internacionais do Campeonato Brasileiro, mas o debate mais direto deve acontecer sobre o prolongamento das férias coletivas. A tendência é que todos concordem em estender as férias até o dia 30 de abril e ganhar dez dias que poderão ser usados, se necessário, na emenda do calendário de 2020 com as primeiras semanas de 2021. Não faz sentido interromper as férias dia 20, sem ter como retornar aos treinos.
Esta é a tendência.
A definição mais precisa é oferecida pelo secretário-geral da CBF, Walter Feldman: "Desenhamos todas as hipóteses, mas não gostaríamos de falar sobre nenhuma, porque pareceria haver uma intenção. E nossa única intenção é aguardar o Ministério da Saúde. Quando o Ministério da Saúde der uma liberação, nesse dia colocaremos em prática o plano mais adequado para o retorno, na data em que puder acontecer. A única data será aquela que o Ministério da Saúde nos disser que é possível."
Diante deste cenário, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Fferj) faz reuniões periódicas desde o dia 2 de abril, para projetar cenários. Na segunda-feira (13), todos os departamentos médicos dos clubes do Rio debateram a situação e o protocolo da saúde por vídeo-conferência. O projeto da Fferj se chama Jogo Seguro.
Há um grupo de trabalho formado pelos médicos Christiano Cibelli, do Botafogo, Eduardo Moraes, do Boavista, Márcio Tannure, do Flamengo, Marcos Teixeira, do Vasco, e Celso Ramos Filho, professor de doenças infecciosas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
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