Na manhã da última terça-feira (14), foi noticiado que a juíza Carolina de Figueiredo Dorhiac Nogueira, da 38ª Vara Cível de São Paulo, bloqueou créditos que a WTorre receberia do Palmeiras para quitar uma dívida de cerca de R$ 1,6 bilhão com a empresa responsável por locar geradores de energia para o Allianz Parque há cinco anos, a Power Brasil.
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Segundo a Folha de SP, o Alviverde ainda não havia sido notificado dessa ação, que está tramitando desde 2015 no Tribunal de Justiça de São Paulo.
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Para que não paguem à Real Arenas, depositando em conta judicial”, a juíza determinou que a Allianz Seguradora e outras empresas responsáveis por prestarem serviços no estádio sejam oficializadas.
A Real Arenas, citada pela autoridade, é uma parceira da WTorre na construção do novo estádio do Palmeiras. Há um ano, quando a dívida estava avaliada em R$ 1,4 bilhão, a mesma juíza já havia bloqueado contas da parceira.
Na ocasião, a Carolina penhorou os direitos da Real Arenas, que, por sua vez, pediu efeito suspensivo afirmando que a empresa entraria em “situação de morte financeira”.
Após o pedido ser aceito, a juíza optou por bloquear os créditos da empresa com o Palmeiras, uma vez que Power Brasil recusou os acordos propostos pela WTorre.
A WTorre tem preferência para utilizar o estádio até 2044 por conta de um acordo envolvendo o clube a construtora.
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