Após Alexandre Mattos ter relatado que ficou chateado pelas críticas recebidas de Fernando Prass ao sair do Palmeiras, o goleiro atualmente no Ceará, respondeu às declarações do dirigente do Atlético-MG.
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Não estou questionando em momento nenhum a minha saída do Palmeiras. Minha saída do Palmeiras é uma coisa natural, natural. Questiono o modo como foi conduzido e, da entrevista de ontem (quarta-feira), o argumento inverídico do meu salário. Totalmente inverídico – disse o jogador à Fox Sports, nesta quinta-feira.
Ainda na mesma entrevista, Mattos havia dito que o goleiro de 41 anos recebia um dos maiores salários do elenco mesmo sendo a terceira opção do setor.
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E também a questão do Alexandre ainda falar que não tinha o contrato de gaveta (com Jailson), que o contrato não existia. Se isso foi determinante na minha permanência ou não, isso é irrelevante. Estou levando em consideração a conduta, de eu ter ido na sala dele, ele me falar que nós dois não tínhamos contrato, que por ele ficavam os dois. Não foi uma maneira franca, direta e verdadeira – argumentou.
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Não é a questão do prazo. Ele poderia assinar um contrato com o Jailson, com o Luan, com o Mayke de 15 anos, e comigo de três meses, que é o contrato mínimo. Isso não tem (problema). Só a maneira como foi conduzido. Porque até o último instante ele negou a existência disso, desse acordo. Não que eu tivesse direito de saber o contrato de outros jogadores, mas foi uma notícia que saiu na mídia e foi veementemente negada, e óbvio que influenciou na minha permanência ou não.
O goleiro revelou ainda que os dois conversaram ao telefone nesta quinta-feira pela manhã, mas que nem todas as arestas foram aparadas.
Relembre o que disse o dirigente:
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Essa (história) me chateou... Antes do jogo contra o Grêmio, eu, o presidente (Maurício Galiotte), o Mano (Menezes, técnico), o Cícero (Souza, gerente de futebol), o Paulo Buosi e o Alexandre Zanotta (vice-presidentes) decidimos que ficaria o Jailson e liberaríamos o Prass. Lembro que falei que ia avisá-lo, mas pediram para avisar só faltando um jogo. Porque tem toda comoção da torcida. Fui demitido uma semana depois, e mantiveram o planejamento. Por que fiquei responsável planejamento se fui demitido? – questionou Mattos.
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Se eu estivesse lá, o Prass ia sair. Tem 41 anos, há dois anos e meio não era titular, vinha sendo o terceiro goleiro e era um dos maiores salários do Palmeiras. Estava incompatível isso. Ele tem uma relevância, o considero para caramba. Um dia vou conversar com ele, tirar essa mágoa do coração dele. Renovei três vezes com ele, insisto. Uma dúvida que ele tem e esclareço publicamente agora: pedia para não dar entrevista porque o Oscar Rodriguez, preparador de goleiros, me pedia. Porque, quando ele dava entrevista pedindo para jogar e renovar, o Jailson e o Weverton ficavam chateados. Era para manter um bom ambiente.
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Mais um ídolo injustiçado, fato corriqueiro no Palmeiras. Pelo serviços prestados, pela bucha que segurou em 2014, pelos pênaltis defendidos, pelas defesas impossíveis, pelo pênalti marcado contra o Santos deveriam ter renovado o contrato do Prass até dezembro/2020. FERNANDO PRASS nosso ídolo eterno !
Todo mundo tem seu tempo, prass com 41 anos ja passou sua época.
Prass é ídolo. Alexandre Matos aproveitador
Eu amo meu Palmeiras, no entanto a de se reconhecer que o palmeiras não sabe lidar bem com seus ídolos isso e notório e ja aconteceu com varios outros.... Vc e monstro Prass!!!!!
Deveria ter ficado no Palmeiras pelo carácter e profissionalismo que ele sempre demontrou no Palmeiras