O relatório do banco Itaú BBA sobre o desempenho financeiro do Palmeiras em 2019 destacou o clube como equilibrado, mas ressaltou a necessidade de ajustes. Em 2020, o clube passou a adotar uma filosofia de maior preocupação com a redução de gastos.
Depois de resultados esportivos longe do esperado na temporada passada, o Verdão decidiu por mudar seu perfil no mercado. Nas palavras do relatório, o clube "perdeu eficiência em relação a 2018", mas que "ainda assim trata-se de uma estrutura forte, sustentada por um bom leque de receitas e com possibilidades reais de redução de custos e despesas".
Por causa da nova realidade, imposta pela pandemia do novo coronavírus, a diretoria prioriza desde o fim da temporada passada a diminuição do elenco e contratações pontuais.
Até agora, apenas dois reforços chegaram (Matías Viña e Rony). O dinheiro gasto em aquisição de atletas, aliás, foi motivo de alerta pelo banco.
De 2018 para 2019, o Palmeiras viu a dívida com a Crefisa, principal patrocinadora do clube, saltar de R$ 142,6 milhões para R$ 172,1 milhões. O valor está relacionado aos investimentos em contratações com aporte financeiro da parceira, além do patrocínio.
Sobre a diminuição do elenco, a saída mais recente foi a de Dudu, que se transferiu para o Al Duhail, do Catar, por empréstimo de um ano. Além de receber R$ 43 milhões em agosto, com a possibilidade de mais seis milhões de euros e até um milhão de euros em bônus em 2021, o clube terá uma boa economia na folha salarial.
Por causa da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, a diretoria acertou para os meses de maio, junho e julho redução de 25% do salário registrado em carteira dos atletas, do técnico Vanderlei Luxemburgo e dos dirigentes Anderson Barros e Cícero Souza.
– Há desafios que a pandemia torna mais complexos, como as dívidas por aquisição de atletas. O fluxo de caixa mais apertado pela ausência de partidas e queda de receitas certamente gerará impactos que precisam ser tratados. Não é à toa que voltaram fortes as negociações de atleta. Vende-se os anéis para não perder os dedos, e usa o elenco qualificado. De qualquer forma a gestão é capacitada e já deixou claro os objetivos, mesmo num ano complicado com 2020: controle de custos e resultados em campo. Hora de fazer valer os investimentos dos últimos anos – diz trecho do relatório.
– Mesmo com desafios, tudo certo com o Palmeiras.
No ano passado, o Palmeiras apresentou superávit de R$ 1,7 milhão, mas o relatório foi alvo de críticas por parte de conselheiros de oposição. Por causa da quarentena em São Paulo, ele foi publicado em abril sem discussão e votação no Conselho Deliberativo.
Os palmeirenses arrecadaram R$ 641,9 milhões em 2019. Houve aumento no endividamento no período: de R$ 440 milhões em 2018 para R$ 530 milhões em 2019 em dívida líquida total.
Para o banco Itaú BBA, o Palmeiras "se coloca acima do equilíbrio" desde 2015, "reforçando a ideia de quem é um dos clubes de melhor gestão do país". O presidente Maurício Galiotte, que havia sido vice de Paulo Nobre de 2013 a 2016, permanece no cargo até o fim de 2021.
Palmeiras, verdão, análise do banco
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Cala-boca japonês.....
Individado 540.000 e leila 340.000 sorte que mauricio entrega cargo individado 980.000 entrou sem divida sai com sem titulo e individado de 980.000 parabens mauricio
FORA CABEÇA DE OVO LUCAS LIMA LUXA DIOGO BARBOSA