O time feminino do Palmeiras reestreia na temporada de 2020 neste sábado, quando enfrenta a Ponte Preta pelo Campeonato Brasileiro. Após mais de cinco meses, o Verdão volta a campo com novidades e projetando uma sequência positiva.
Bia Zaneratto não teve contrato de empréstimo renovado e deixou o clube. A diretoria palmeirense buscou outro reforço importante para vestir a camisa 9: a meia-atacante Camilinha, que estava no Orlando Pride, dos Estados Unidos.
Depois de atuar ao lado de Marta, ela projeta uma boa temporada no novo clube – a atacante acertou com o Verdão por empréstimo válido até o fim do ano.
"É um time novo, mas as meninas têm muita gana. É muito legal. Tenho acompanhado os jogos, em alguns perderam por detalhe, talvez por essa falta de experiência. Acho que a gente vai crescer muito durante a competição. É difícil falar por esse retorno, mas conforme a gente vem trabalhando, dá para sentir a evolução. Tenho certeza que o Palmeiras vai chegar longe mesmo", disse Camilinha, que falou também sobre a relação com Marta.
"Fui atrás dela e fui pedir conselhos, sim. Estava muito em dúvida sobre o que fazer. Estava havia quatro anos em Orlando, era difícil porque não sabia se ia ter competição. Eles deram todo o suporte. Eu pensava: "Eles fizeram tanta coisa que devia ficar". Ela (Marta) falou: "Você precisa ser vista, precisa jogar"... Ela também estava com muita vontade de jogar, mas tinha outras coisas em mente. Ela falou: "Vai". Foi um gatilho para minha decisão de voltar ao Brasil. Depois que falei com meus pais, com certeza foi mais fácil de tomar a decisão", completou.
O Palmeiras está na quinta posição do Campeonato Brasileiro, com nove pontos – três vitórias e duas derrotas nas primeiras cinco partidas. Durante a quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus, o clube manteve os contratos e deu suporte para as atletas.
"O Palmeiras tem uma estrutura que é uma das melhores do Brasil. Isso facilita buscar nomes importantes", afirmou Alberto Simão, diretor do Verdão.
Para o dirigente, a crise provocada pela pandemia pode criar uma diferença técnica no Campeonato Brasileiro.
"Acredito que vai aumentar muito a disparidade técnica, a desigualdade entre os clubes. Espero um número excessivo de lesões. A gente se preparou para colocar as meninas aptas para o retorno, não vamos ter muitos problemas. Tivemos tempo suficiente para colocar as meninas nas condições adequadas", disse Alberto.
"O diferencial do Palmeiras é que não medimos esforços durante a pandemia para bancar todos os contratos, todos pagamentos integrais. O Palmeiras fez de tudo para que a gente passasse da melhor maneira possível esse momento difícil. A gente conseguiu propiciar todas as condições, não só na parte física como principalmente na parte mental. A gente volta muito bem, temos certeza de que vamos retomar bem a competição", acrescentou.
A partida entre Palmeiras e Ponte Preta será disputada neste sábado, às 15h, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), pela sexta rodada do Brasileirão.
Isso mesmo José Cândido, o PALMEIRAS poderia buscar a Marta, afinal, o salário dela não seria problema para o PALMEIRAS, e teria uma repercussão imensa a Marta no PALMEIRAS. A diretoria poderia olhar com carinho essa possibilidade. Fica aí a dica.
Isso mesmo José Cândido, o PALMEIRAS poderia buscar a Marta, afinal, o salário dela não seria problema para o PALMEIRAS, e teria uma repercussão imensa a Marta no PALMEIRAS. A diretoria poderia olhar com carinho essa possibilidade. Fica aí a dica.
TIA LEILA COMPRA A MARTA PARA O PALMEIRAS