Gilson Kleina, durante entrevista coletiva
(Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
O Palmeiras não sabe o que é derrota no Pacaembu desde maio do ano passado. Depois da eliminação na Taça Libertadores da América para o Tijuana, o Verdão engatou uma sequência invicta no Pacaembu que já dura 23 partidas - são 17 vitórias e seis empates no período. E é justamente esse retrospecto em “casa” que motiva o técnico Gilson Kleina a conseguir a liderança geral do Campeonato Paulista.
Em caso de triunfo contra o Santos, neste domingo, às 16h, na Vila Belmiro, a equipe alviverde irá assegurar antecipadamente o direito de atuar diante do seu torcedor nas quartas de final, na semifinal e na decisão do estadual de 2014.
– Se nós pudermos decidir em nossos domínios e diante do nosso torcedor, isso faz muita diferença. A equipe cresce muito. Temos um retrospecto muito favorável dentro de casa e isso pode representar muita numa fase decisiva – analisou Kleina.
– Será um grande fator se formos competentes e pudermos fazer as decisões no Pacaembu. Mas não é receita do sucesso. Em 1950 nós tínhamos o país todo ao nosso favor e fomos derrotados no Maracanã. E não queremos isso. Dentro de casa, a nossa equipe fica muito consistente e espero que possamos ser eficientes nos jogos decisivos – completou.
Sem atuar no antigo estádio Palestra Italia desde 2010, o Verdão passeou por Barueri e pelo Canindé quando era ainda comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, mas na temporada passada adotou definitivamente o Pacaembu como seu estádio.
Na visão de Kleina, os jogadores e torcedores estão totalmente adaptados ao local, tanto que o treinador aposta na força da equipe como mandante rumo ao título do Campeonato Paulista no ano do centenário palmeirense.
– É a nossa casa e estamos adaptados a isso. Quando a casa está cheia é uma energia muito positiva. Isso é algo inexplicável, mas é um combustível extra. Não tem coisa melhor do que fazer um jogo decisivo com casa cheia. Às vezes você pode não estar bem, mas a motivação que vem do estádio faz com que você se transforme – disse.
– Nós abraçamos o Pacaembu e os números mostram isso. A torcida acredita que lá é o local que faz a diferença. Se foi a casa dos nossos adversários antes ou não, nós queremos que o Pacaembu fique cada vez mais verde e branco – completou..
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