13/2/2023 09:31
O treinador iniciou elogiando o atacante Rony, que atua em três posições diferentes do ataque e ainda ajuda na fase defensiva, e depois também citou Dudu, que, mesmo já tendo vencido um caminhão de títulos pelo clube, segue se dedicando na marcação do lateral adversário.
Explicando seu estilo de trabalho no Alviverde, Abel falou sobre como ensina aos atletas sobre o preenchimento de espaços que devem fazer nas partidas, mas salientou que só irá falar mais detalhadamente sobre suas táticas no dia que não for mais comandante do Verdão.
"[Sobre Rony] Os treinadores costumam dizer que isso é uma boa dor-de-cabeça. É melhor ter várias soluções do que não tem. Quando você não tem opções, é aí que é complicado", ressaltou.
"Eu teria que falar muito sobre isso um dia que não for mais treinador do Palmeiras e estiver desempregado... Aí vou falar com vocês sobre isso. Só vou dizer uma coisa: nós temos as casas de partida, e há espaços que temos que ocupar. Se trocarmos de espaço, eles têm que entender que os espaços têm que estar ocupados", explicou.
"Se o zagueiro sai pela lateral ou pelo meio, para mim é a mesma coisa. Mas eles têm que entender que há uma responsabilidade coletiva no meio do jogo. E o que eu vou percebendo ao longo do tempo é que essa equipe pensa na mesma coisa ao mesmo tempo", exaltou.
"O difícil da construção de um modelo de jogo está sempre na construção, até pelas características dos jogadores. O Dudu à direita ou à esquerda me dá coisas diferentes, e isso é bom, porque os jogadores também entendem isso. O que mais gosto é quando eles têm a mente e o coração aberto para se sacrificarem", afirmou.
"Eles gostam muitas vezes de comer a cereja do bolo, mas eu digo: 'Hoje a cereja não é para ti, hoje você vai comer o cantinho do bolo, que também é bom'. Eles entendem isso. Às vezes, o jogador pensa assim: 'O que eu tenho que fazer para ser protagonista e me destacar?', e eu digo: 'Quando o jogador responde essa pergunta dizendo: 'O que for preciso para ajudar a equipe''", ensinou.
"Então, desde o Dudu, que é o jogador mais experiente aqui, eles entendem que têm que defender, têm que atacar e tem que se sacrificar pelo coletivo", complementou.
Abel também revelou que mostrou aos jogadores do Palmeiras os melhores momentos da derrota do PSG para o Monaco, no último sábado (11), pelo Campeonato Francês - a partida teve transmissão pela ESPN no Star+.
O treinador apresentou a partida pela Ligue 1 como exemplo de que não basta ter técnica e jogadores de qualidade, salientando que, sem os atletas se sacrificarem em campo pela equipe, a vitória não pode ser alcançada.
"Hoje mesmo estava vendo um resumo do PSG e estava a perguntar aos meus jogadores. Olhamos para o resultado e perguntei a eles: 'Vocês acham que isso é falta de talento? Não é falta de talento...'. Portanto, vou ficar só por aqui (risos)", brincou.
Próximos jogos do Palmeiras
Corinthians (F) - 16/2, 21h30 - Paulistão
Red Bull Bragantino (C) - 22/2, 21h30 - Paulistão
Ferroviária (C) - 26/2, 16h30 - Paulistão
Abel revela o que irá dizer no dia que não for mais técnico do Palmeiras: 'Quando eu estiver desempregado, aí vou falar com vocês sobre isso'
Após a vitória por 1 a 0 sobre o Água Santa, neste domingo (12), pelo Paulistão, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, destacou a forma como seus jogadores entendem que têm que fazer sacrifícios individuais em prol do bom da equipe.
O treinador iniciou elogiando o atacante Rony, que atua em três posições diferentes do ataque e ainda ajuda na fase defensiva, e depois também citou Dudu, que, mesmo já tendo vencido um caminhão de títulos pelo clube, segue se dedicando na marcação do lateral adversário.
Explicando seu estilo de trabalho no Alviverde, Abel falou sobre como ensina aos atletas sobre o preenchimento de espaços que devem fazer nas partidas, mas salientou que só irá falar mais detalhadamente sobre suas táticas no dia que não for mais comandante do Verdão.
"[Sobre Rony] Os treinadores costumam dizer que isso é uma boa dor-de-cabeça. É melhor ter várias soluções do que não tem. Quando você não tem opções, é aí que é complicado", ressaltou.
"Eu teria que falar muito sobre isso um dia que não for mais treinador do Palmeiras e estiver desempregado... Aí vou falar com vocês sobre isso. Só vou dizer uma coisa: nós temos as casas de partida, e há espaços que temos que ocupar. Se trocarmos de espaço, eles têm que entender que os espaços têm que estar ocupados", explicou.
"Se o zagueiro sai pela lateral ou pelo meio, para mim é a mesma coisa. Mas eles têm que entender que há uma responsabilidade coletiva no meio do jogo. E o que eu vou percebendo ao longo do tempo é que essa equipe pensa na mesma coisa ao mesmo tempo", exaltou.
"O difícil da construção de um modelo de jogo está sempre na construção, até pelas características dos jogadores. O Dudu à direita ou à esquerda me dá coisas diferentes, e isso é bom, porque os jogadores também entendem isso. O que mais gosto é quando eles têm a mente e o coração aberto para se sacrificarem", afirmou.
"Eles gostam muitas vezes de comer a cereja do bolo, mas eu digo: 'Hoje a cereja não é para ti, hoje você vai comer o cantinho do bolo, que também é bom'. Eles entendem isso. Às vezes, o jogador pensa assim: 'O que eu tenho que fazer para ser protagonista e me destacar?', e eu digo: 'Quando o jogador responde essa pergunta dizendo: 'O que for preciso para ajudar a equipe''", ensinou.
"Então, desde o Dudu, que é o jogador mais experiente aqui, eles entendem que têm que defender, têm que atacar e tem que se sacrificar pelo coletivo", complementou.
Abel também revelou que mostrou aos jogadores do Palmeiras os melhores momentos da derrota do PSG para o Monaco, no último sábado (11), pelo Campeonato Francês - a partida teve transmissão pela ESPN no Star+.
O treinador apresentou a partida pela Ligue 1 como exemplo de que não basta ter técnica e jogadores de qualidade, salientando que, sem os atletas se sacrificarem em campo pela equipe, a vitória não pode ser alcançada.
"Hoje mesmo estava vendo um resumo do PSG e estava a perguntar aos meus jogadores. Olhamos para o resultado e perguntei a eles: 'Vocês acham que isso é falta de talento? Não é falta de talento...'. Portanto, vou ficar só por aqui (risos)", brincou.
Próximos jogos do Palmeiras
Corinthians (F) - 16/2, 21h30 - Paulistão
Red Bull Bragantino (C) - 22/2, 21h30 - Paulistão
Ferroviária (C) - 26/2, 16h30 - Paulistão
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angeli
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