R$ 4,9 bilhões de patrimônio? Leila Pereira entra no top 15 de mulheres mais ricas da Forbes
Com fortuna de R$ 4,9 bilhões, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, sobe no ranking da Forbes e figura como a 15ª mulher mais rica do Brasil.
A consolidação de um império financeiro bilionário voltou a colocar os holofotes sobre a principal cadeira da Academia de Futebol nesta semana e coloca a relevância institucional da mandatária totalmente em jogo. A revista Forbes confirma que a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, atingiu a 15ª posição entre as mulheres mais ricas do Brasil, figurando com folga no seleto grupo dos 100 maiores bilionários do país com um patrimônio estimado em expressivos R$ 4,9 bilhões.
A escalada no prestígio corporativo reage a um avanço sólido nas empresas do grupo. O mercado financeiro contesta oscilações no setor de crédito e admite a força das operações geridas pela mandatária nos bastidores: o valor total de seus ativos registrou uma alta expressiva de 11,4% na comparação com o ano anterior, alavancado pelas atividades da financeira Crefisa e do Centro Universitário das Américas (FAM), administrados em sociedade com seu marido, o empresário José Roberto Lamacchia.
— A necessidade de manter a excelência corporativa em um mercado competitivo nos desafia diariamente a inovar nos modelos de negócios. O meio empresarial admite a complexidade do cenário econômico, mas a busca por governança sólida nos cobra pulso firme e visão de longo prazo. Não há nenhum acordo travado sem o devido cálculo de risco; o crescimento patrimonial reflete o trabalho contínuo construído ao longo de décadas — dispara uma fonte próxima à cúpula empresarial da executiva nos bastidores de São Paulo.
O salto na lista nacional superou qualquer impasse de posicionamento em relação a 2025, quando a dirigente aparecia na 42ª colocação do ranking geral.
No recorte feminino, a mandatária palestrina segue atrás apenas de expoentes de grandes dinastias familiares, como Vicky Safra (líder isolada com R$ 130,6 bilhões), Luana Lopes Lara (R$ 13,4 bilhões) e a herdeira do conglomerado Itaú Unibanco, Ana Lúcia de Mattos Barreto Villela (R$ 11,9 bilhões). Especialistas destacam ainda que a metodologia conservadora da publicação norte-americana pode subdimensionar ativos fechados, sugerindo que a liquidez real da executiva pode ser superior aos números oficiais.
A blindagem e a projeção de imagem de sua presidente refletem diretamente na autoridade institucional do clube nas mesas de negociações e nas discussões de mercado pelo futebol sul-americano.
Cientes de que a gestão nos bastidores é vital para dar suporte às metas esportivas do time dentro de campo, conselheiros e parceiros comerciais cobram a continuidade desse modelo de austeridade. O Palmeiras confirma que a governança do clube segue pautada pela estabilidade orçamentária, beneficiando-se da visibilidade e da solidez geradas pelo peso econômico de sua comandante.
1197 visitas - Fonte: Verdão Web
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