Alisson admite frustração com empate com Inter, mas confia em vaga
Goleiro colorado lamenta igualdade em 1 a 1 no Beira-Rio, exalta poderio ofensivo do Palmeiras, mas crê que clube tem forças para levar a melhor no Allianz Parque
Alisson atribuiu defesa de pênalti de Lucas Barrios a concentração (Foto: Ricardo Rimoli/Lancepress!)
Nem mesmo o empate em 1 a 1 do Internacional com o Palmeiras, em pleno Beira-Rio, é suficiente para esfriar os ânimos de Alisson quanto à vaga para as semifinais da Copa do Brasil. Em entrevista nesta quinta-feira, ao "Seleção Sportv", nesta quinta-feira, o goleiro garantiu que o confronto está aberto, pela igualdade entre as equipes:
- Sabíamos que íamos enfrentar uma equipe qualificada, ainda mais no sistema da Copa do Brasil. Não conseguimos evitar o gol sofrido em casa, não foi resultado que a gente queria, mas não é de todo ruim. Temos 1 a 1, e uma vitória simples nos dá a classificação. Será um jogo durissimo, o Palmeiras é uma equipe muito forte, mas já enfrentamos eles lá, saímos com o empate de 1 a 1, que leva para a disputa de pênaltis. Desta vez, vamos tentar sair com a classificação direta.
Alisson exaltou o poder ofensivo do Verdão, e o equilíbrio entre as duas equipes no Beira-Rio:
- A gente sabia que o Palmeiras era uma equipe com um poder ofensivo muito bom, tem o melhor ataque do Brasileiro, vem numa crescente. No segundo tempo, ela mostrou a força no ataque. Foi um jogo que teve muita movimentação das duas equipes, que criaram chances claras de talvez vencer a partida, por isso houve até o empate. Mérito do Prass, mérito meu também, dos meus companheiros de defesa.
O goleiro também falou sobre o pênalti assinalado sobre Gabriel Jesus. Segundo ele, o meia teria admitido que não aconteceu a falta:
- Bom, voces têm a imagem, eu não posso falar. Tem o toque, que na minha leitura não é suficiente para derrubá-lo. Eu saí abafando, ele me driblou, eu tirei a perna, o Gabriel (Jesus) tocou nela, mas viu que perdeu o controle da bola e se atirou. Na minha leitura, não foi penalti. Gabriel admitiu também depois que não foi.
Em seguida, atribuiu a concentração a ter conseguido defender o pênalti cobrado de Lucas Barrios. Para o goleiro, a responsabilidade não é exclusiva do atedor:
- Pênalti é momento, concentração. É um momento muito difícil para o goleiro, porque a responsabilidade é do batedor. Hoje, pelos goleiros terem maior capacidade de pegar pênalti, tem uma cobrança. Ainda tinha uma cobrança em cima de mim forte de não pegar pênalti. Peguei um na semifinal da Libertadores, ainda assim havia uma cobrança. Pude pegar o pênalti de ontem, mas é momento, torcida estava atras do gol, mas creio que goleiro tambem tem sua responsabilidade.
Postado por
Karin Mott
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3069 visitas - Fonte: LanceNet!
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