Prass fala sobre pressão no Palmeiras: Corrida não se ganha na 1ª volta
Goleiro do Verdão diz que momento pede tranquilidade e afirma que é importante ter uma disputa sadia por vaga no time : "Não pode se conformar"
Atual campeão brasileiro, o Palmeiras iniciou o ano com o peso nas costas de ter sido o time que mais e melhor contratou na última janela de transferências. O Verdão entra em campo com a expectativa da torcida de ganhar tudo o que disputar no ano. Para o goleiro Fernando Prass, a situação pode ser vista de uma maneira positiva, apesar da cobrança sobre o técnico Eduardo Baptista (assista ao vídeo). Na quarta-feira, o Palmeiras enfrenta o Corinthians na arena de Itaquera, às 21h45 (de Brasília), pela quinta rodada do Paulistão.
– É uma cobrança muito melhor da que eu passei no problema em 2013, quando estava na Série B. É uma ansiedade muito grande da torcida. Quando entra o lado passional, não se consegue analisar que é começo de trabalho, de temporada, por mais que tenha se mantido uma base – disse Prass, em participação ao "Bem, Amigos!" desta segunda-feira.
- O treinador vem com ideias novas e não pode se privar de colocar as ideias dele. Ele foi contratado porque é o Eduardo Baptista, não porque é o Cuca. É difícil. É como uma corrida. Cara sai na pole position, mas tem 60 voltas. Corrida não se ganha na primeira volta. Tem que ter muita tranquilidade. De fora para dentro, vem resultado ruim e se começa a duvidar das coisas. Futebol é muito parte mental. Se não tiver, o rendimento cai drasticamente - explicou Prass.
É uma ansiedade muito grande da torcida. Quando entra o lado passional, não se consegue analisar que é começo de trabalho
Fernando Prass
Com as contratações, aumentou a disputa pela titularidade. Na defesa, meio ou ataque, há vagas em aberto. O goleiro palmeirense cita a experiência de Zé Roberto como um fator fundamental para que não haja rachas no elenco.
- Não pode se conformar, ou o jogador estaria sendo desonesto até com o próprio clube. É a maturidade do grupo. Se aparecer alguma sementinha de discórdia, cabe ao grupo tentar apagar o incêndio. Dentro de ambiente saudável, o cara até fica constrangido. Olha para o lado e vê... Como aconteceu em 2015. O Zé Roberto, com a história que tem, logo que o Marcelo (Oliveira) assumiu, ficou muitos jogos sem nem entrar. Continuava trabalhando do mesmo jeito. O grupo é muito importante para problemas como esse não acontecerem - completa Prass.
Postado por angeli - 69951 visitas - Fonte: sportv
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força Moisés..mais uma vez vc vai dar a volta por cima..
força moeses q deus esteija com tigo