31/8/2017 19:10
De acordo com a regra, um jogador precisa de um mínimo de partidas internacionais por sua seleção para ter visto de trabalho e poder jogar na liga inglesa. Esse número varia de acordo com a posição do país no ranking da Fifa. Para seleções até a décima colocação – caso da Colômbia, atual oitava colocada –, deve-se ter atuado em ao menos 30% dos jogos dos últimos 24 meses.
Borja, que tem 24 anos, foi convocado pela primeira vez em novembro passado, depois de se destacar pelo Atlético Nacional, e esteve em campo em apenas quatro das 25 partidas disputadas pela Colômbia (ou 16%) desde agosto de 2015: Chile, Brasil, Equador e Camarões.
A janela para registro na Inglaterra se fecha nesta quinta-feira, quando curiosamente Borja estará a serviço da Colômbia para o duelo com a Venezuela, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Mesmo com essa partida, porém, o mínimo exigido não seria alcançado. Ele ainda tem outros dois jogos no banco de reservas: Argentina e Espanha.
A situação é diferente da de Richarlison, contratado há pouco justamente pelo Watford. O ex-atacante do Fluminense nunca foi convocado para a Seleção Brasileira principal, mas tem 20 anos, com passagens por equipes nacionais de base, e foi avaliado como uma exceção, um talento especial, com futuro promissor.
Segundo apurou a reportagem, a federação inglesa chegou a ser consultada sobre o caso específico do colombiano do Palmeiras e informou que o negócio seria vetado. Assim, a discussão sobre valores para uma eventual compra nem se estendeu.
Outros três clubes fizeram propostas oficiais de empréstimo pelo jogador, que foi comprado no início do ano pelo Palmeiras por US$ 10,5 milhões (ou R$ 33 milhões, na cotação da época): Porto, de Portugal, e os espanhóis Levante e Girona. Todas foram recusadas pela diretoria. Houve sondagens ainda de Sampdoria e Sassuolo, ambos da Itália.
Entenda por que clube da Inglaterra não pôde comprar Borja do Palmeiras
Watford, que recentemente contratou Richarlison, esbarrou em regra de sua federação
Atacante foi comprado pelo Palmeiras por R$ 33 milhões no início do ano (Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras)
Contratação mais cara da história do Palmeiras, mas atualmente pouco aproveitado, Miguel Borja despertou interesse de clubes europeus, cujas propostas foram recusadas. O negócio com o Watford, da Inglaterra, no entanto, poderia ter avançado não fosse uma exigência da FA (Football Association), a federação local, para não europeus.
De acordo com a regra, um jogador precisa de um mínimo de partidas internacionais por sua seleção para ter visto de trabalho e poder jogar na liga inglesa. Esse número varia de acordo com a posição do país no ranking da Fifa. Para seleções até a décima colocação – caso da Colômbia, atual oitava colocada –, deve-se ter atuado em ao menos 30% dos jogos dos últimos 24 meses.
Borja, que tem 24 anos, foi convocado pela primeira vez em novembro passado, depois de se destacar pelo Atlético Nacional, e esteve em campo em apenas quatro das 25 partidas disputadas pela Colômbia (ou 16%) desde agosto de 2015: Chile, Brasil, Equador e Camarões.
A janela para registro na Inglaterra se fecha nesta quinta-feira, quando curiosamente Borja estará a serviço da Colômbia para o duelo com a Venezuela, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Mesmo com essa partida, porém, o mínimo exigido não seria alcançado. Ele ainda tem outros dois jogos no banco de reservas: Argentina e Espanha.
A situação é diferente da de Richarlison, contratado há pouco justamente pelo Watford. O ex-atacante do Fluminense nunca foi convocado para a Seleção Brasileira principal, mas tem 20 anos, com passagens por equipes nacionais de base, e foi avaliado como uma exceção, um talento especial, com futuro promissor.
Segundo apurou a reportagem, a federação inglesa chegou a ser consultada sobre o caso específico do colombiano do Palmeiras e informou que o negócio seria vetado. Assim, a discussão sobre valores para uma eventual compra nem se estendeu.
Outros três clubes fizeram propostas oficiais de empréstimo pelo jogador, que foi comprado no início do ano pelo Palmeiras por US$ 10,5 milhões (ou R$ 33 milhões, na cotação da época): Porto, de Portugal, e os espanhóis Levante e Girona. Todas foram recusadas pela diretoria. Houve sondagens ainda de Sampdoria e Sassuolo, ambos da Itália.
Postado por
Karin Mott
-
24561 visitas - Fonte: GloboEsporte
Mais notícias do Palmeiras
Notícias de contratações do PalmeirasNotícias mais lidas

URGENTE: Palmeiras realiza sondagens por atacante de gigante europeu
ADEUS! Palmeiras fica perto de vender atacante para o futebol do exterior; entenda
VALE TÍTULO! Palmeiras e Vasco devem lotar Nubank Parque em final do Brasileirão Sub-20
SUSPENSÃO DO MISTER! Abel pode pegar longa suspensão após chutar microfone no jogo contra o Mirassol
ADEUS DE JOIA! Jovem se despede do Palmeiras e assina com Sporting até 2031
ABEL GANHA FÔLEGO! STJD dá resposta sobre punição; vai comandar o Palmeiras
RECUSOU R$ 90 MILHÕES! Palmeiras segura joias da base e manda recado à Europa
INACREDITÁVEL! Ex-Palmeiras é vendido por 12 milhões de doláres mas não renderá nada ao Verdão
QUER VOLTAR! Raphael Veiga abre o jogo sobre futuro e manifesta desejo de retornar ao Palmeiras
PROVOCOU O SANTOS?! Palmeiras rebate publicação de Neymar nas redes e provoca o eliminado Santos
é de se admirar que algum clube se interesse por Borja, não devem assistir os jogos que ele fez.
Palhaçada quem está querendo negociar o gado só os empresários! Deixe, o Borja ml Palmeiras! Basta Cuca ter humildade e enxergar que Borja é bom jogador mas o esquema atual não o favorece!ai é papel do treinador dar chances e ver a melhor posição!coisa que Cuca não têm feito com Borja como não fez com Barrios que hoje arrebenta no grêmio!Cuca tem que deixar de queimar jogadores!
tem que ficar, acho que vem vai ser nosso goleador